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{Meninas} 2019 reconhecem o trabalho de várias instituições para a igualdade

Se premiou o trabalho desenvolvida pelas 37 escritórios do Instituto de la Mujer. También ao Instituto/liceu de Ensino Secundário Alba Prata de Fuente de Cantos

 

Cerimónia de entrega destes galardões, ontem na Faculdade de Filosofia e Letras, em Cáceres. - {JUNTAEX}

REDACCIÓN epextremadura@elperiodico.com CÁCERES
23/11/2019

O trabalho das 37 escritórios de igualdade do Instituto de la Mujer ({IMEX}) para fomentar a igualdade em todo o território e o caminho marcado pelas associações Mulheres Progressistas de Badajoz e a Plataforma de Mulheres pela Igualdade de Cáceres, que têm empreendido muitos jovens, foram galardoadas ontem com os Prémios {Meninas} 2019.

O {paraninfo} da Faculdade de Filosofia e Letras, em Cáceres, acolheu a cerimónia de entrega destes galardões, que outorga anualmente a Delegação do Governo, com a presença da titular desta instituição, Yolanda García Seco, e o presidente da Junta, Guillermo Fernández Vara, entre outras autoridades.

Além disso, se entregaram menções especiais aos equipas das Forças e Corpos de Segurança do Estado encarregados da atenção às vítimas.

También ao Instituto/liceu de Ensino Secundário Alba Prata de Fuente de Cantos (Badajoz) por um programa educativo para o povo/vila no qual as estudantes contam como deve ser o futuro; bem como a Plena Inclusão Extremadura, por sua prevenção da violência de género nas pessoas com deficiência.

«O Pacto de Estado contra a Violência de Género, a lei integral e tudo o que possam fazer as instituições fica muito curto se a sociedade não se implica de forma coordenada e combina», apontou a delegada do Governo durante o ato. Assim, destacou o trabalho das 37 escritórios de igualdade repartidas por toda a região, que atendem diariamente a vítimas desde há onze anos.

MARCAR O CAMINHO / Junto a elas, valorizou às dois associações premiadas, que «têm marcado o caminho para que muitos jovens tenham decidido seguir/continuar seu testemunha e dizer que a igualdade tem que ser real e não podemos consentir mais vítimas de violência de género».

«Esta violência vai para além de a violência que se exerce de homens a mulheres no âmbito da relação afetiva, são todas as agressões que sofrem pela sua condição de ser mulher», manifestou García Seco.

No seu discurso apostou em não dar um passo atrás na luta contra a violência de género, algo que não é novo, na sua opinião, mas fruto duma sociedade que aceitou certos códigos como algo normal/simples.

Para {Toñi} {Barquero}, coordenadora da Plataforma de Mulheres de Cáceres, com mais de dez anos de trajetória, o prémio lhes permite {visibilizarse} para «cada vez ser mais na luta». También agradeceu o reconhecimento {Inés} Rodríguez, de Mulheres Progressistas de Badajoz, coletivo que começou faz vinte anos pedindo nos tribunais badajocenses uma lei que reconhecesse e culpabilizasse o facto/feito de matar às mulheres pelo facto de ser mulher.