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O matadouro de ibérico se {lía}

O trâmites administrativos atrasa o início das obras e os promotores da nova indústria não descartam já não poder/conseguir iniciar/dar início as obras até ao 2020

 

R. C. CÁCERES
11/10/2019

Já não se descarta que o início das obras do matadouro ibérico não possa ser uma realidade até ao 2020, quase um ano depois da data inicial que se considerou inicialmente para dar início o projeto. Os promotores prevêem os meses de Janeiro ou Fevereiro como os mais prováveis se não há um «empurrão» substancial aos trâmites administrativos que devem completar ainda tanto/golo a Junta de Extremadura como a Câmara Municipal de Zafra para poder/conseguir iniciar/dar início uns trabalhos que, como muito cedo, arrancariam já em Novembro e não em Outubro como pretendiam os integrantes do Complexo Ibérico Extremadura ({Cibex}) que promove o projeto. A ideia, de facto, era aproveitar a Feria de Zafra para cumprir com o rito de colocar a primeira pedra do projeto.

O projeto é que ou se iniciam as obras no prazo de um mês, ou o mais provável é que a climatologia não permita fazê-lo até ao ano seguinte. «Se não podemos começar em Novembro, o normal/simples e desejável é que nessa época esteja começando a chover e isso não nos permitiria começar já a obra até ao ano seguinte, pelo menos Janeiro ou Fevereiro», assinala Enrique Espárrago, um dos integrantes de {Cibex}. O que não está claro é se se poderia manter com os atrasos a ideia de iniciar/dar início em 2021 os sacrifícios.

sem licença/ Segundo explicam os promotores, não é que tenha nenhum problema, mas a reestruturação das conselherias após as passadas eleições tem afetado às áreas que devem ser feito alguns dos trâmites, que dependem agora de conselherias diferentes. «Sabemos que a Junta apoia o projeto, mas é certo que alguns dos sócios de fora não entendem os atrasos», explica Espárrago.

Para poder/conseguir iniciar/dar início o processo, a Câmara Municipal de Zafra (os terrenos nos que se construirá estão no montado {boyal} do município) deve dictaminar/enviar a licença de obras, que está segura a que antes a direção geral de Urbanismo relatório/informe sua declaração ambiental integrada.

O projeto do matadouro ibérico conta com um investimento de entre 16 e 18 milhões e terá uma capacidade de 300.000 sacrifícios ao ano, segundo as estimações dos promotores, um aglomerado integrado por sete empresas entre as que estão alguns dos principais produtores de ibérico (Senhorio de {Montanera}, Cooperativa {Ibercom}, Estirpe Negra --que pertence a {Argal}--, Indústrias Das carnes Villar, {Montesano} e Alejandro Miguel, junto ao gigante {Campofrío}, que foi o último em unir-se.