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Mais de 118.000 usuários do SES mudam de médico de cabeceira

É o resultado do último concurso de transferências em Primária com o que se têm movido 157 facultativos. A próxima primavera escolherão seus destinos os mais de 200 médicos que superaram a {OPE}

 

Uma usuária na consulta duma médico de família. - EL PERIÓDICO

G. MORAL region@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
15/02/2020

À volta de 118.700 usuários do Servicio Extremeño de Salud (SES) mudaram de médico de cabeceira nos últimos dias. Esta circunstância é o resultado do concurso de transferências convocado pela administração sanitária no âmbito da Atenção Primária, depois de/após quase quatro anos sem possibilidade de mobilidade (o anterior concurso de transferências se convocou em 2016).

Atendendo só/sozinho aos médicos de família que desempenham sua tarefa nos centros de saúde extremenhos (já que também há facultativos desta mesma categoria/escalão que trabalham com outras funções como urgências, {dedendencia}, em unidades de condutas viciantes...), foram um total de 157 médicos os que têm obtido agora uma praça/vaga num destino diferente ao que tinham.

No entanto, desses 157 não todos se têm deslocado de seu postos de trabalho atual, já que 32 deles conseguiram como destino definitivo o dado que já encontravam-se ocupando sem ter a praça/vaga em propriedade (por comissões de serviços ou outros motivos). «Por isso, realmente os que mudaram seu destino atual foram 125 médicos de família, o que supõe uma mudança de profissional por sua vez para à volta de 118.700 usuários segundo nossas estimações», explica Manuela Rubio, subdiretora de Atenção Primária do SES.

ENRAIZAMENTO / «Um processo de concurso de transferências supõe um grande esforço para a administração, tanto/golo em tempo como em recursos de pessoal, mas essa mobilidade favorece que os profissionais sanitários se assentem no território e escolham a zona que mais lhes interessa. É, junto às ofertas públicas de emprego ({OPE}), uma medida enraizamento à comunidade. E isto é uma vantagem para os cidadãos porque anteriormente não tinham um médico definitivo, agora sim o será porque foi o próprio profissional o que escolheu onde trabalhar e é uma forma de manter de maneira mais fiel e prolongada no tempo a atenção a uns mesmos pacientes», aponta Rubio.

A subdiretora de Atenção Primária explica que a incorporação dos profissionais a seu novas praças/vagas se levou a cabo no passado 4 de Fevereiro, pelo que pode que muitos usuários ainda não se tenham {percatado} de que têm novo médico de família atribuído. «É um processo que se faz com continuidade e sem modificar as encontros habituais; se costuma procurar uma data de incorporação comum, evitando que coincida com períodos de férias para não alterar a dinâmica normal/simples dos centros de saúde», indica Rubio.

Aponta também que as áreas mais grandes, como Badajoz e Cáceres bem como as cidades de Mérida e Plasencia, costumam ser as primeiras preferências. «Há de tudo, mas em geral a tendência é ir ao lugar onde a pessoa vive e isso gera mais movimento à volta de as zonas urbanas». Põe um exemplo: na área de Navalmoral apenas se produziram seis movimentos de médicos.

OPOSIÇÕES/CONCURSO PÚBLICO / Uma vez decididas os transferências deste pessoal, o SES está preparando a lista das praças/vagas que ficam agora sem proprietários ou que estão vagas e esses postos serão os que se ofereçam aos médicos que superaram as últimas oposições/concurso público do SES nesta categoria/escalão. «Estamos em plenário/pleno processo para finalizar a {OPE}, preparando os listas definitivas e {estimamos} que em primavera se produzirá a incorporação dos profissionais que conseguiram as praças/vagas oferecidas (perto de 300). E isto, por sua vez, também gerará novos movimentos de médicos. Muitos pegarão as praças/vagas que já estão ocupando como interinos e outros se deslocarão».

TRÊS PRAÇAS/VAGAS VAGAS / Um dado mais. Nestes momentos, esta categoria/escalão conta com três praças/vagas vagas, uma na área de saúde de Don Benito e dois na área de Navalmoral. «Uma vez finalizada a chamada às sacos, temos três praças/vagas sem cobrir mas desde/a partir de as áreas se seguem/continuam procurando profissionais para cobri-las». São praças/vagas nas que não há nenhum médico, nem proprietário nem interino, «mas isso não significa que os pacientes dessas zonas não sejam atendidos; enquanto encontram-se profissionais, sua atenção a estão assumindo outros facultativos dessa zona de saúde».