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A Junta priorizará ao Campo Arañuelo nas ajudas para jovens agricultores

A convocatória para neste ano contará com 30 milhões de euros, 10 mais

 

Exploração de tabaco na zona de Campo Arañuelo. - EL PERIÓDICO

R. E. MÉRIDA
27/02/2019

Mais ajudas para os jovens que decidam fazer-se agricultores e com bonificação extra se se instalam na região de Campo Arañuelo. O Conselho de Governo da Junta aprovou ontem uma nova convocatória de subsídios para a criação de empresas agrícolas, que em 2019 contarão com um orçamento de 30 milhões de euros co-financiados pelo fundo {Feader} da União Europeia (75%), o Estado (3,7%) e a região (21,3%).

Segundo explicou a porta-voz do Executivo, Isabel Gil Rosiña, esta dotação supõe «uma cifra recorde», pois supera em mais de 10 milhões de euros a da convocatória anterior (20 milhões). Com ela se espera chegar a uns mil beneficiários.

A finalidade destas ajudas é favorecer a criação de emprego e também a continuidade da atividade agrária por tratar-se de um sector estratégico e fixar a população ao território, segundo indicou a porta-voz. A Junta {concecerá} uma prima básica de 15.000 euros por beneficiário, quantidade/quantia que pode incrementar-se até os 70.000 em função do plano empresarial que presente o interessado.

Gil Rosiña detalhou que a convocatória deste ano introduz três «novidades importantes»: as empresas que solicitem a ajuda deverão estar inscritas com uma antecedência mínima de 24 meses (antes eram 12), a possibilidade de que se acolham a esta linha também pessoas jurídicas, e um trato preferente para as explorações da zona de Campo Arañuelo, que obterão três pontos adicionais na hora de calcular os complementos associados à prima básica. Em relação, Gil Rosiña recordou tratar-se duma zona «de transição ecológica e de especial atenção por parte da Junta» agora que o futuro fecho da central nuclear de Almaraz está sobre/em relação a a mesa.

MAIS AJUDAS / Também na área da Conselheria de Ambiente e Rural, Políticas Agrárias e Território, o Executivo deu ontem luz verde às ajudas destinadas a melhorar a produção e comercialização dos produtos do sector da mel, por um montante de 2,3 milhões para 2019.

Em relação à Conselheria de Economia e Infraestruturas, o Conselho de Governo autorizou as ajudas destinadas a promover a continuidade das empresas familiares mediante o substituição geracional, que contarão para neste ano com um orçamento de 300.000 euros co-financiados num 80% por fundos {Feder}.

A porta-voz da Junta justificou estas ajudas na necessidade de assegurar os processos de substituição empresarial com garantias, já que, segundo cifras da Associação da Empresa Familiar, num 70% dos casos acabam fracassando. Estes subsídios, recordou Gil Rosiña, se instituíram a começos da legislatura e em atenção às procuras das associações representativas. A planificação dos processos, de acordo com a convocatória, poderá levar-se a cabo bem mediante a elaboração de um protocolo de empresa familiar ou através da elaboração de um plano de substituição externo, quando este se pretenda realizar com trabalhadores da empresa.

A estimação é que destas ajudas possam beneficiar umas 45 empresas. Em 2017 foram 22 e em 2018 foram 13 empresas.