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A Junta não se molha com a {A-43}

Não quer expressar a sua postura sobre/em relação a se apoia o traçado sul ou norte da futura Autoestrada do Levante

 

A N-430 8 Um troço à altura das Vegas Altas. - EL PERIÓDICO

R. SÁNCHEZ
23/10/2019

Nem manifesta sua predileção por um dos traçados nem expressa claramente se lhe parece correto que sejam as regiões da Extremadura e Castela-A Mancha as que se ponham de acordo ou se a decisão a deve tomar diretamente o Estado. A Junta não quer molhar-se sobre/em relação a o futuro da Autoestrada do Levante desde Mérida, a chamada {A-43}.

A porta-voz do Governo, Isabel Gil Rosiña, falou ontem deste assunto mas sem concretizações. «Não nos vamos a posicionar nem pelo A nem pelo B. Se dialogará com o Ministério de Fomento para acelerar todas as infraestruturas pendentes», resolveu.

Evitar polémica

O projeto da Autoestrada do Levante divide à província de Badajoz e desde o Executivo extremenho não pretendem criar polémica justo neste momento, às portas da repetição das eleições legislativas o 10 de Novembro.

O certo é que por uma parte está a região de La Siberia, que defende o traçado norte como o mais lógico, que consistiria no desdobre da atual N-430, que vai de Mérida a Ciudad Real (uns 200 quilómetros); e por outro lado aparece a visão e a reivindicação de La Serena e Vegas Altas, que apostam em a alternativa sul, uma opção à que também se une Castela-A Mancha (esta comunidade sim expressou sua preferência). Este percurso/percorrido iria pelas localidades manchegas de {Almadén} e {Puertollano}.

Há uma terceira opção que apresentou na segunda-feira passada o PP: construir os dois traçados (fazer a chamada ‘E’) para contentar a ambas zonas que sofrem o isolamento e a despovoamento e a falta de desenvolvimento industrial. Obviamente o obstáculos é a elevado investimento que necessitaria o projeto.

Mais opiniões

¿Que acham os demais partidos políticos com representação na Extremadura? Em Ciudadanos apoiam a alternativa norte. E Unidas por Extremadura diz que o que a região necessita é «um mapa de mobilidade para saber como estruturar o território e evitar por isso os projetos vão surgindo como remendos».

Isso sim, todos os grupos parlamentares coincidem em que esta infraestrutura não deve usar-se para enfrentar a ambas regiões implicadas.

O positivo é que depois de/após anos de abandono e de aguardar na gaveta do esqueço, esta infraestrutura volta a estar no ponto de mira.

A estrada N-430, que une Extremadura e La Mancha, é a terceira mais perigosa de Espanha. Diariamente transitam centenas de veículos pesados e em época de recolhida do tomate, por exemplo, circulam mais de um milhar de camiões cada jornada.

O projeto, bem pelo sul ou pelo norte, é uma das reivindicações históricas da região.