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Junta: «Este trabalhador não conclui que o complexo turístico seja insustentável»

Os proprietários confiam em que se valorizem outros aspetos e os ambientalistas pedem demolir

 

11/01/2019

«O relatório/informe reconhece o evidente impacto ambiental da demolição, diz que é possível essa via, mas não pronuncia-se sobre/em relação a outros aspetos que a Junta de Extremadura considera evidentes» e, além disso, «em nenhum caso conclui que o complexo urbanístico seja {medioambientalmente} insustentável». É a avaliação que desde o governo regional fizeram ontem sobre/em relação a o estudo elaborado pela Estação Biológica de {Doñana}. Desde a Junta acrescentam que se encontram analisando o relatório/informe, que se pronunciarão quando se emita uma sentença definitiva e que seu aposta é um desenvolvimento sustentável «no qual devem convivir o desenvolvimento económico com o respeito ao ambiente».

Desde as associações ambientalistas foram ontem mais contundentes. Tanto/golo {Adenex} como Ambientalistas em Ação asseguraram que uma vez conhecido o trabalho do CSIC vão a solicitar ao TSJEx a execução das duas sentenças de demolição que pesam sobre/em relação a este complexo turístico.

No entender de a advogada de {Adenex}, {Mª} Anjos López, as conclusões do relatório/informe vêm a dar-lhes a razão nos argumentos que levam anos defendendo e sua leitura é que «não há outra opção que a demolição». Acrescenta o relatório/informe é concludente: «manter o complexo de {Valdecañas} supõe muito mais dano ambiental que derrubarlo».

Por parte das comunidades de proprietários dos imóveis construídos na ilha, o advogado que os representa, Luis Díaz-Ambrona, assinala que o relatório/informe reconhece que tem existido um dano ambiental na construção do complexo mas também emite parecer que a demolição tem prejuízos e que se atuou consoante a legalidade. «Era previsível que se pronunciasse nestes termos». Ainda assim, o letrado confia em que o TSJEx dite uma resolução justa na qual tenha «uma visão mais larga» do conflito e valorize também os aspetos socioeconómicos. «A demolição teria um custo económico, geraria uma responsabilidade patrimonial das administrações e teria repercussões também para os povos/povoações que vivem no ambiente de {Valdecañas}», entre outras.