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A Junta assumirá a subida de salários na deficiência

{Cermi} confia em que se possam atender todos os projetos apresentados ao IRPF. De não fazê-lo, se causaria «um grande {quebranto}» às organizações

 

O presidente Fernández Vara, ontem em Mérida, junto a representantes de coletivos de deficiência. - EL PERIÓDICO

EFE
22/08/2019

A Conselheria de Saúde e Serviços Sociais assumirá as despesas do incremento salarial para trabalhadores do sector da deficiência aprovado a nível estatal, já que pode supor um «{quebranto} económico» para as entidades sem fins lucrativos que desempenham esta lavor/trabalho na região.

Assim o comunicou ontem o presidente do Comité de Entidades de Representantes de Pessoas com Deficiência da Extremadura ({Cermi}), Modesto {Díez} {Solís}, após manter uma reunião com o presidente da Junta, Guillermo Fernández Vara.

Segundo explicou {Díez}, existe um acordo/compromisso por parte do Governo regional para garantir a estabilidade no emprego deste sector diante da subida de salários que se contempla no XV Convénio Coletivo Geral de Centros e Serviços de Atenção a Pessoas com Deficiência, publicado no Boletim Oficial do Estado ({BOE}) no passado 4 de Julho.

Por outro lado, confiou em que se possam atender todos os projetos apresentados à convocatória de ajudas para coletivos sociais com cargo ao imposto da rendimento das pessoas físicas (IRPF). Além disso, {Díez} também anunciou a celebração, em Novembro de 2020, de um congresso que reunirá a todos os comités autonómicos de {Cermi} em Mérida, por ocasião do XX aniversário da organização na Extremadura.

Segundo explicou, há um acordo/compromisso do presidente do Governo, Pedro Sánchez, de assistir à inauguração deste encontro e também celebrar-se-á uma atividade institucional na Asamblea de Extremadura por ocasião da efemérides.

Outro dos assuntos que abordaram na reunião é o desenvolvimento da Lei de Concertos Sociais, aprovada pelo Parlamento regional o passado Dezembro e que entrará em vigor o próximo ano. Neste sentido, {Díez} sublinhou tratar-se duma lei bem recebida por todos os grupos parlamentares com o fim de melhorar os serviços que presta o sector da deficiência, já que facilita o trabalho das entidades sem fins lucrativos para que não tenham que depender da concessão de subsídios.

Ao mesmo tempo, este regulamento dificulta o acesso de grupos privados a estes serviços que, «com tudo o respeito à empresa privada, não têm a mesma sensibilidade que nós que {gestionamos} entidades onde estão nossos próprios filhos», concluiu o presidente de {Cermi}.