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O Governo diminui de 35 a 20 dias as {peonadas} para receber o PER

Mais de 100.000 jornaleiros de ambas regiões recebem o subsídio agrário. As organizações agrárias criticam que não se reúnam com elas após ter-les citado

 

M. A. RODRÍGUEZ / REDACCIÓN region@extremadura.elperiodico.com MADRID / CÁCERES
15/02/2020

O Governo tem movido ficha para aplacar os protestos que têm {brotado} do campo em diferentes pontos do país. E o fez pelo leito dos jornaleiros, com promessas de facilitar o acesso aos subsídios de emprego e com mais garantias para suas condições laborais, via Inspeção de Estreitamente. As {peonadas} descerão dos atuais 35 dias até os 20, com o que o Executivo procura dar cumprimento «a uma reivindicação histórica do coletivo de jornaleiros». Assim se o transmitiu ontem o vice-presidente do Governo Pablo Iglesias e a ministra de Estreitamente, Yolanda Díaz, aos sindicatos agrários de Andaluzia e Extremadura.

Neste sistema de subsídios, conhecidos {coloquialmente} como PER, o jornaleiro tem de acreditar ter trabalhado um mínimo de 35 jornadas durante o último ano para poder/conseguir solicitar um subsídio de perto de 400 euros durante um período de máximo seis meses. Dita prestação a custeiam entre a Administração Geral do Estado e as administrações autonómicas, dependendo a distribuição das quantias do território. O Programa de Fomento do Emprego Agrário é competência do Serviço Público de Emprego Estatal ({SEPE}), impera só/sozinho em Andaluzia e Extremadura e em Dezembro de 2019 tinha 102.882 beneficiários.

MAIOR/VELHO COBERTURA / Agora este requisito descerá até os 20 dias. Uma medida que o Governo de Pedro Sánchez já aplicou de maneira pontual no 2018, perante situações de seca. A diminui anunciada ontem por Iglesias e Díaz aos sindicatos de jornaleiros não chega com data de caducidade explícita, embora fontes de vicepresidência afirmaram que «é necessário, a médio prazo, reformar o sistema de {peonadas} para garantir que dê uma cobertura mais adequada aos trabalhos eventuais agrários».

Segundo as últimas cifras disponíveis da Inquérito à População Ativa (EPA) referentes ao 2018, uns 157.700 trabalhadores do sector agrícola a jornada completa, o 34,5% do total, recebiam menos de 1.047 euros brutos ao mês. Uma quantidade/quantia equivalente à penúltima subida do salário mínimo interprofissional a 900 euros, em 14 ordenados; 1.050 euros em 12.

SEM AS PATRONAIS / Aqueles que não participaram ontem na reunião foram as principais associações de empresários agrícolas {Asaja}, UPA e {Coag}, pois não foram convocadas pelo Executivo. As organizações de empresários agrícolas mostraram-se em anteriores ocasiões relutantes, quando não contrárias, a diminuir as jornadas necessárias para aceder ao subsídio. «Quanto mais desçam as {peonadas}, mais difícil vai ser encontrar pessoas para trabalhar o campo», afirmaram fontes de {Asaja}. O patronato agrária está muito incomoda com o Ministério de Trabalho, pois inicialmente foram citados a dita reunião e na quinta-feira a última hora da tarde o departamento liderado por Yolanda Díaz lhes deu {platón}, segundo contam desde/a partir de {Asaja}.

críticas desde/a partir de a região / Desde/a partir de Extremadura, {Apag}, {Asaja} e UPA criticaram a decisão da ministra de não receber/acolher-los, acusando-la de tentar acabar com o diálogo social no campo e de «quebrar os leitos de diálogo», pelo que consideram um «erro descomunal» a decisão de Díaz.

O mais crítico foi o líder de {Asaja} Cáceres, Ángel García, quem assinalou que «aqui cada um vai por seu lado, o ministro de Agricultura diz uma coisa, a ministra de Estreitamente outra, o presidente do Governo já não digamos e agora se incorpora Pablo Iglesias para que isto seja um autêntico {carajal}, incluída a reunião de hoy que parece que se tem organizado como uma {corrala}».

Também {terció} no assunto o presidente do PP extremenho, José Antonio Monago, quem lamentou que o Governo desconvocasse a reunião com as {opas}, o que apelidou como o «último desprezo» e «{ninguneo}» de Pedro Sánchez aos agricultores e pecuários extremenhos.