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Extremadura envia ajuda humanitária a {Gaza} após a escalada de violência

Irá destinada às mulheres e menores nos centros sanitários

 

REDACCIÓN MÉRIDA
09/05/2019

A Junta de Extremadura tem enviado ajuda humanitária a {Gaza} após a escalada de violência {vidida} durante o fim-de-semana e dado que o povo/vila palestiniano, concretamente {Gaza}, fazem parte da ação humanitária que tem desenvolvido a Agência Extremenha de Cooperação Internacional Para O Desenvolvimento ({Aexcid}). Numa nota, o Executivo recorda que faz parte da cooperação devido à situação crítica que se vive na zona, após mais duma década de bloqueio, violência e instabilidade política.

A {Aexcid} tem destinado recursos para contribuir a melhorar a situação das pessoas mais vulneráveis que vivem na faixa, uma ação que tem desenvolvido principalmente da mão da Agência de Nações Unidas para os Refugiados de Palestina em Oriente Próximo ({UNRWA}), com a que se tem realizado este envio de ajuda humanitária. A ajuda irá destinada a paliar a situação de emergência que se vive nos centros sanitários da Faixa de Gaza, atendendo principalmente a mulheres e menores que sofrem as consequências da última escalada de violência na zona.

ESFORÇO E SOLIDARIEDADE / O diretor-geral da {Aexcid}, Ángel Calle, destacou ontem o esforço e a solidariedade da Extremadura com o povo/vila palestiniano e afirmou que «é dos esforços dos que mais orgulhosos podemos estar e mais celebrados pelos movimentos sociais da região». Ángel Calle recordou as muitas intervenções que se têm realizado nos últimos anos, vinculadas, entre outros aspetos, com a construção da paz e ao âmbito sanitário.

Extremadura trabalha com a {UNRWA} desde o ano 2015 na Faixa de Gaza e também o faz em Cisjordania com organizações como Assembleia de Cooperação pela Paz ({ACPP}), Cruz Roja, Aliança pela Solidariedade ou {AECOS}.

Cabe {recordar} que a escalada de violência vivida durante o fim-de-semana pelo disparo de foguetes desde {Gaza} e os bombardeamentos de resposta de Israel se têm saldado com 25 mortos: quatro civis israelitas e 21 palestinianos na faixa, deles pelo menos 12 milicianos.