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A exsecretária da UEx, ano e meio de prisão e 3.600 {€} de multa

O seu marido, ao que tentou favorecer com um título falso, foi condenado a 7 meses. Aceita um acordo com a Procuradoria e a acusação particular para evitar o juízo

 

A exsecretária da Universidad de Extremadura, {Inmaculada} Domínguez, numa imagem de arquivo. - EL PERIÓDICO

S. R. / G. M.
17/01/2020

Caso fechado. A exsecretária geral da Universidad de Extremadura, {Inmaculada} Domínguez Fabián, será condenada a um ano e meio de prisão e ao pagamento duma multa duns 3.600 euros (30 euros diários/jornais durante quatro meses), por um delito de falsidade em documento oficial em concurso com um delito de intromissão em grau/curso universitário de tentativa após ter tentado facilitar a o seu marido o acesso a um posto de professor associado com um título universitário falsificado. Esta é a pena que ela mesma tem aceite num acordo de conformidade rubricado entre as partes {litigantes} e que evita assim a celebração de juízo.

O pacto se fechou na segunda-feira passada entre os dois acusados, Domínguez e o seu marido, Juan José Alonso, a Procuradoria de Cáceres e a acusação particular representada pela Universidad de Extremadura. A exsecretária não irá à cadeia porque a pena é inferior aos 24 meses nem tem cadastro criminal e, portanto, poderia seguir/continuar trabalhando como professora na Faculdade de Empresa, Finanças e Turismo da UEx, como vem fazendo atualmente. O que não poderá é ostentar um cargo público na instituição extremenha durante pelo menos um ano, já que a pena também inclui a inabilitação.

Também não passará por prisão o seu marido, que tem aceite uma condena de sete meses e o pagamento duma multa duns 1.100 euros, a razão de doze euros diários/jornais durante três meses. Não obstante, segundo tem podido saber este diário/jornal, Alonso se declarou insolvente.

CESSE E INVESTIGAÇÃO / O caso se destapou em Fevereiro de 2017, quando Alonso se tentava apresentar a um concurso para optar a uma praça/vaga de professor associado no departamento de Economia Financeira e Contabilidade na universidade extremenha. Fê-lo supostamente como licenciado em Económicas pela Universidade {Complutense} de Madrid, mas com um título universitário falso que foi {compulsado} para tal fim pela secretaria-geral da UEx, nesses momento dirigida por sua mulher. Com esse título falsificado, Alonso teria acedido além disso a estudar um master e a um concurso de méritos prévio convocado também pela UEx para uma praça/vaga de pessoal científico/cientista e investigador. Agora optava por terceira vez a converter-se em professor.

No entanto, aquela documentação levantou suspeitas no tribunal desse processo seletivo e começou uma investigação interna que acabou com a cessação da secretária da UEx, nomeada pelo exreitor Segundo Píriz em 2010, e uma denúncia da instituição diante da Procuradoria de Badajoz. Posteriormente, diante da evidencia de tratar-se de um facto/feito constitutivo de delito, o assunto foi transferido ao Tribunal/réu/julgado de Instrução número 2 de Cáceres, o qual procedeu a sua instrução.

INOCÊNCIA / Desde que se conheceram os factos/feitos, {Inmaculada} Domínguez sempre tem defendido que desconhecia que o título universitário de o seu marido era falso, no entanto, ao aceitar esta condena também parece estar reconhecendo os factos/feitos delituosos que se lhe pressupunham desde/a partir de o primeiro momento. Segundo um auto emitido pela Audiência, Juan José Alonso chegou a reconhecer a falsidade de sua licenciatura e declarou que sua mulher o desconhecia. A exsecretária geral da UEx chegou a solicitar o arquivamento da causa argumentando que «uma {compulsa} não garante a autenticidade do documento» e insistindo em que ela acreditava que o seu marido sim tinha cursado tais estudos.

Criticou além disso que a acusação particular que exercia a universidade era uma «perseguição» até sua pessoa e para tapar a filtração da {EBAU} que teve lugar em Junho de 2018. Assegurava por isso era «bode expiatório» para gerar «uma cortina de fumo com a que tratar de desviar a atenção sobre/em relação a uma das maiores/ancianidade negligências e fiascos cometidos pela instituição e seus responsáveis nos {anales} da sua história».

Uma vez assinado este acordo de conformidade, que se alcançou num ato no passado 13 de Janeiro, a Audiencia Provincial de Cáceres deve dictaminar/enviar agora uma sentença com todos os detalhes do acordo, contra a que não cabe possibilidade de apresentar recurso porque é firme/assine.