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Endesa cifra em 15 milhões o impacto neste ano em suas contas do fecho de Almaraz

A consequência dos ajustes contabilistas que terá que fazer

 

REDACCIÓN CÁCERES
08/05/2019

Endesa tem cifrado o impacto do encurtamento do nova autorização solicitada para a central nuclear de Almaraz, abaixo dos dez anos, em aproximadamente 15 milhões de euros para todo o ano, indicou ontem o diretor financeiro da companhia, Luca Passa. Passa, durante a conferência com analistas para apresentar os resultados da companhia no primeiro trimestre do ano, assinalou que terá que fazer ajustes contabilistas pelo protocolo que as companhias proprietárias de centrais nucleares assinaram com a Empresa Nacional de Resíduos Radiativos ({Enresa}).

Segundo o calendário acordado para fechar de forma arrumada todas as plantas até 2035, Almaraz será a primeira que fecho em 2028 e sua prorrogação se tem solicitado por 7,4 anos para o grupo I da central e por 8,2 anos para o II, em lugar de por dez anos, como se vinha fazendo até agora.

O conselheiro delegado, José Bogas, precisou que o acordo alcançado com {Enresa} é positivo, pois vem a reconhecer que a energia nuclear é necessária para ter preços competitivos, mitigar as emissões e assegurar o fornecimento ao proporcionar flexibilidade ao sistema no processo de transição.

Em relação à leilão de renováveis em Canárias na qual saem a adjudicação 217 megawatts (MW) de potencia instalada, disse que o prazo para a admissão de ofertas se estende até primeiros de Julho e que a ideia de Endesa seria ter uns 100 MW.