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Os empresários estudam agora localizar em Zafra o matadouro ibérico

Já ponderaram antes esses terrenos, mas os descartaram pelo custo

 

R. CANTERO CÁCERES
27/02/2019

A alternativa preferente de {Alconera} não está ainda descartada, mas os empresários que promovem um matadouro de porco ibérico na região estão a estudar outros terrenos para o projeto, e entre as possíveis opções, a que mais consenso encontra por enquanto está em Zafra, segundo pôs-se de manifesto na dobro reunião que mantiveram ontem à tarde os promotores: primeiro um conselho de administração e mais tarde um encontro com técnicos da Junta de Extremadura, para avaliar os obstáculos que pode ter nas alternativas que contemplam. «Sempre serão enclaves no sul da província de Badajoz, que é onde temos nossas empresas e a mão de obra especializada que necessitamos», assinalou a este diário/jornal Enrique Espárrago, um dos integrantes de {Cibex}, as sete firmas/assinaturas que promovem o projeto.

O problema com os terrenos que se tinham escolhido em {Alconera} reside numa exploração suína que se encontra a 600 metros donde prevê-se o matadouro, quando a distância mínima por lei é de um quilómetro. Como já explicou este diário/jornal no passado mês de Janeiro, se tinha aberto uma negociação, e os empresários lançaram uma oferta ao proprietário da exploração para que cessasse a atividade ali, mas este lhes tem exigido uma compensação «muito acima», o que lhes levou a pôr de novo sobre/em relação a a mesa outras opções que já estudaram. Esta de Zafra, concretamente, se avaliou antes da de {Alconera} e se estacionou «por seu excessivo custo». Para além do projeto, teria que criar um acesso e realizar as conexões de água e luz, e também solucionar os problemas de vertidos (isto último acontecia igualmente na opção de {Alconera}, mas a Junta lhes ajudou a resolvê-lo).

Para além da opção de Zafra, os empresários ponderam outras duas possíveis localizações que ontem remeteram aos serviços técnicos de Junta para que se avaliem possíveis inconvenientes. «A opção de {Alconera} não a {descartamos}, mas não podemos aceitar o que nos estão pedindo porque é algo excessivo», enfatizou Espárrago.

em verão/ Os empresários asseguram que mantêm o interesse/juro no projeto embora reconhecem que os entraves atrasarão os prazos previstos inicialmente. Os trabalhos iam a começar em Março e agora a ideia é poder/conseguir ter num par de semanas definida a localização, para poder/conseguir começar a obra em verão.

A porta-voz da Junta de Extremadura, Isabel Gil Rosiña, pronunciou-se ontem sobre/em relação a os entraves do projeto questionada pelos meios após o Coelho de Governo: «o cumprimento das leis não são obstáculos administrativos, é segurança jurídica para que essas decisões não as derrubem logo os tribunais», afirmou, segundo recolhe/expressa Europa Press.