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O défice se diminui a 70 milhões mas Extremadura não cumprirá neste ano

Vara assinala que a partir de agora os novos rendimentos irão a investimento

 

EUROPA PRESS MÉRIDA
28/03/2019

O presidente da Junta de Extremadura, Guillermo Fernández Vara, avançou ontem que a comunidade incumprirá o objetivo de défice fixado para 2018, fixado no 0,4% do PIB.

Segundo as previsões iniciais, se situará uma ou duas décimas acima desta cifra, o que supõe uma desvio de «70 ou 80 milhões» nas contas públicas. Apesar de este incumprimento, Fernández Vara salientou que durante a legislatura se tem reduzido a desvio do défice desde os 491 milhões de euros de 2015 (o 2,81% do PIB) a estes aproximadamente 70 milhões com os que espera fechar o último exercício da legislatura. Desta forma, o défice se situará no 0,5% ou 0,6% do PIB.

«Ao início da legislatura estávamos em quase 500 milhões de euros défice e vai-se a terminar com aproximadamente 70 ou 80 milhões», disse Vara, o que supõe passar de «quase de 3% ao 0,5 ou o 0,6%» porque nestes quatro anos o Governo regional tem dedicado «tudo o crescimento a consolidação fiscal».

«TAPAR BURACOS» / Noutras palavras, explicou o presidente, a Junta tem dedicado tudo o «dinheiro novo» que tem ingressado a «tapar os buracos» que tinha nas contas públicas em lugar de a «gastar mais» com o fim de conseguir o equilíbrio financeiro, que é algo que está «{practicamente} conseguido». Por este motivo, avançou que a partir de agora os crescimentos que registe a comunidade «poderão ir também a investimento público que contribua e melhore o crescimento económico».

Nesta linha, assinalou que era importante aproveitar o momento para atrair investimentos. «Há muito dinheiro no mundo», disse em referência aos bancos e os fundos de investimento, que segundo assinalou escolhem muito {selectivamente} onde põem seu dinheiro.

Para isso, assinalou o presidente extremenho, os investidores internacionais põem uma série de condicionantes, entre os que citou a estabilidade política, a paz social, a segurança jurídica e cidadã, uns preços razoáveis da habitação e recursos naturais. «E resulta que tudo isso o temos agora» na Extremadura, concluiu o presidente.