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O consumo de carburantes aumenta na região quase um 10% em três anos

Em Agosto passado, o último mês com dados, se marcou um novo máximo de toda a série histórica. Nos oito primeiros meses do ano se forneceram 530.864 toneladas de gasóleo A e gasolinas

 

Um camionista {reposta} combustível em seu camião numa estação de serviço. - EL PERIÓDICO

REDACCIÓN epextremadura@elperiodico.com CÁCERES
27/10/2019

A melhoria da atividade económica tem propiciado que nos últimos três anos a despesa em combustíveis de automoção se tenha {incremetado} na Extremadura quase um 10%. Assim, entre Janeiro e Agosto passados se consumiram na comunidade autónoma 530.864 toneladas, somando gasóleo A e gasolinas, face às 484.593 que se forneceram no mesmo período de 2016, o que representa um auge do 9,6% neste triénio, segundo as estatísticas que deu a conhecer recentemente a Corporação de Reservas Estratégicas de Produtos Petrolíferos ({Cores}). Uma melhoria que Fernando Mena del Pueyo, presidente da Associação Regional de Empresários de Estações de Serviço da Extremadura ({Aresex}), atribui ao período de «bonança económica» que se tem atravessado. «Até neste ano, quando se começou a falar outra vez duma possível crise, as pessoas esteve comprando mais veículos e houve mais consumo e mais movimento».

{Porcentualmente}, no último ano o avanço no consumo de carburantes foi de maior entidade nas gasolinas (4,3%) que no diesel (2,4%). Neste sentido, temos de ter em conta que os volumes de gasóleo de automoção também incluem a despesa que se realiza para o transporte tanto/golo de viajantes como de mercadorias por estrada. No entanto, no que corresponde aos veículos particulares, «desde que o governo disse a famosa frase de que o diesel tem os dias contados, todos os meses há um pouco/bocado menos de consumo de gasóleo e um pouco/bocado mais de gasolina», precisa Mena do Pueyo. «É uma realidade que estamos vendo em todas as estações», acrescenta.

Por outro lado, o consumo mensal de carburantes de automoção (gasolinas e gasóleo A) marcou em Agosto passado um novo máximo dentro da série histórica de dados, que arranca em 1997, com 75.996 toneladas atendidas, deslocando assim ao anterior tope, que se tinha alcançado em Julho de 2008.

O oitavo mês do ano costuma ser um dos que oferece volumes mais altos de consumo de carburantes, já que coincide com as férias de boa parte dos trabalhadores e há mais deslocações por estrada, mas o deste 2019 tem resultado especialmente ativo nas estações de serviço. O foi com o combustível, com 64.719 toneladas vendidas (mais de 2.700 toneladas acima do anterior recorde); e o foi igualmente nas gasolinas. A sem chumbo 95, a mais habitual, chegou às 10.778 toneladas sortidas, o melhor dado desde Agosto de 2011 (nessa altura foram 11.546 toneladas) e a primeira vez que se supera a barreira das 10.000 desde o mesmo mês de um ano depois. Praticamente igual acontece com a gasolina 98, de uso muito menos frequente, mas que contabiliza 499 toneladas. Desde há oito anos não se obtinha um dado tão elevado.

POUCOS PONTOS DE RECARGA/RECARREGA / De facto, se bem os automóveis diesel seguem/continuam dominando o parque automobilístico regional, os de gasolina já têm excedido o 50% dos registos automóveis na Extremadura. Quanto aos elétricos, as unidades comercializadas entre Janeiro e setembro não chegam ao meio centena (44). De híbridos foram 794 (+37,9%), se bem a maior parte deles são não {enchufables}. Esta baixa penetração dos veículos eletrificados é a que faz com que, pelo menos por enquanto, apenas se estejam pondo pontos de recarga/recarrega elétricos nas estações de serviço extremenhas, algo que só/sozinho acontece «muito pontualmente», matiza/precisa o presidente de {Aresex}. «Agora não há consumo. Quando tenha procura, se porão», aponta Mena do Pueyo, que incide em que contar com um destes postes representa para o empresário um custo elevado tanto/golo de instalação como de manutenção. «Estamos apostando em a neutralidade energética. Há uma pressão importante por parte do sector político pelo carro elétrico e parece-nos bem, mas ainda não sabemos como será o futuro, se será elétrico, com veículos de gás —e que tipo de gás—, ou o diesel e a gasolina terão algo que dizer ainda, quando comecem a poluir bastante menos», salienta. «Nós nos {adaptaremos} ao que vá pedindo o mercado», anota.