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{APAG} acredita que contratar no campo «atenta contra o sentido comum»

Afirma que não se pode pôr um sistema simples como noutros trabalhos

 

REDACCIÓN
08/05/2019

O presidente de {APAG} Extremadura {Asaja}, Juan Metidieri, considera que a obrigatoriedade de contratar nas trabalhos do campo «atenta contra o sentido comum», dado que «o campo não é um escritório onde pôr um sistema para que os trabalhadores contratem de maneira simples, como sim pode acontecer noutra série de trabalhos». Deste modo, defeito de um «{sinsentido}» o real decreto lei 8/2019, de 8 de Março, de medidas urgentíssimas de proteção social e de luta contra a precariedade laboral na jornada de trabalho, que «obrigará» ao «registo» da jornada laboral nas empresas para atividades como as que estão relacionadas com a agricultura e a ganadaria.

Embora no real decreto lei não se fixa um modelo oficial ou sistema, sim se indica que o registo incluirá o horário concreto de início e fim de cada jornada de trabalho. Segundo Metidieri, o campo tem umas características «especiais» que «não se podem generalizar», pelo que pede que se ponham em marcha «soluções reais e não mais burocracia e entraves» à lavor/trabalho agropecuária, como é a entrada em vigor desta «obrigatoriedade de contratar no campo».

Neste sentido, através de uma nota de imprensa, o presidente de {APAG} Extremadura {Asaja} recorda por sua vez que as jornadas no campo «não se {asemejan} às de outros trabalhos», devido a que «aqui entra em funcionamento outra série de condicionantes, como é a localização das explorações, as circunstâncias meteorológicas ou a própria singularidade de cada campanha agrícola e pecuária».

Para Metidieri, esta norma significa pôr «mais burocracia» e «mais entraves» ao campo, «em vez de facilitar que se possa realizar o trabalho com normalidade», o que segundo incide gerará «mais problemas» aos empresários e aos trabalhadores. Em relação a isto, Metidieri critica que desde o mundo urbano se está «regulando» o mundo rural, com o que «isso supõe de desconhecimento da realidade existente», provocando, no seu entender, que se acreditam uns «conflitos onde não os há». «E no fim, o que se está a fazer desde o Governo central é gerar mais problemas em vez de brindar soluções», adverte.