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Agricultores e pecuários animam a ir ao protesto de {Agroexpo}

Se manifestarão pelos baixos preços, que afetam a todos os sectores

 

EFE MÉRIDA
17/01/2020

As organizações agrárias fizeram ontem um apelo a participar no protesto que de forma combina convocaram para o próximo 29 de Janeiro em Don Benito, por ocasião da inauguração de {Agroexpo}, contra os problemas que afetam ao campo. Principalmente, «o mau endémico dos preços {ruinosos}» das produções, segundo explicaram ontem os dirigentes de UPA-{UCE}, {Asaja} Cáceres e Badajoz, {Apag} Extremadura {Asaja}, {Coag} e a associação {Aseprex}.

Os convocadores denunciaram a situação que atravessa o campo devido aos baixos preços, que se tornaram num problema estrutural para os agricultores e pecuários enquanto os consumidores pagam quantidades/quantias mais altas pelos produtos agroalimentares. Segundo o secretário-geral de UPA-{UCE}, Ignacio Huertas, o estreitamente de reestruturação na explorações não serve para reverter esta situação que, se não muda, fará desaparecer uma parte muito importante do sector primário.

«Apesar da profissionalização do sector sempre {obtenemos} os mesmos resultados devido ao abuso e a especulação duns poucos que estão levando a muitas explorações à beira do abismo», lamentou. Esta situação afeta à maioria dos sectores já que em 2019 se têm arrancado 2.500 hectares de de frutos e seus agricultores perderam à volta de 40 milhões; o cultivo de colorau se tem reduzido num 20% e o azeite tem «{tirado2} os preços a menos de dois euros o quilo.

Noutras produções como o milho, o arroz, a mel ou o bovino os preços descem pela influencia das importações de terceiros países ou estão congelados desde há 20 anos, apesar das desmesurada subida nos custos de produção. Neste sentido, os coletivos pediram tanto/golo ao novo Governo como à oposição/concurso público que atuem para impedir o abuso das centrais e indústrias agroalimentares.

Para isso, consideram necessário uns preços «justos» acima dos custos de produção, bem como a modificação de {lay} da cadeia alimentar, a introdução de conceitos/pontos como a venda a perdas, maior/velho capacidade de negociação e um orçamento forte para a PAC.