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{Aena}: «Sistemas mais precisos não teriam evitado as incidências nos voos»

Destaca que a nevoeiro foi especialmente intensa e «anômala»

 

G. M. CÁCERES
11/01/2019

Embora o aeroporto de Badajoz tivesse sistemas antinevoeiros mais precisos não se teriam podido evitar os atrasos, cancelamentos e desvios a {Sevilla} dos voos extremenhos. É a resposta do operador encarregado da gestão dos aeroportos, {Aena}, que atribui a umas condições meteorológicas especialmente atípicas durante o mês de Dezembro as diversas incidências {registrastradas} no aeroporto de Badajoz nas últimas semanas. «Se apresentaram fenómenos de intenso nevoeiro com uma periodicidade muito superior ao habitual e com uma duração maior. As condições meteorológicas foram tão anômalas que nem sequer com os {intrumentos} de ajuda à navegação mais precisos se poderiam ter evitado as incidências na operacional», explica {Aena} a este diário/jornal.

«Os episódios de nevoeiro registados no aeroporto de Badajoz durante os dias nos que teve cancelamentos e atrasos de voos impediam uma visibilidade vertical para além de os 91,5 metros e não mais de 400 metros de visibilidade geral. Com este nevoeiro, que, concretamente, oscilou entre os 100 e os 300 pés de visibilidade verticalidade e os 200 e 400 metros de visibilidade geral, teve que proceder à cancelamento de voos por motivos de segurança», {añande} fontes da companhia {Air} {Nostrum} a Efe. Aponta que aeroportos com muito mais trânsito, como o de Málaga ou Bilbao, dispõem de um sistema antinevoeiro {ILS} de categoria/escalão I, o mesmo que tem Badajoz.