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Advogam por informar das migrações sem dramatismo

 

A jornalista Pepa Bueno. -

AGENCIAS MÉRIDA
11/10/2019

Vários dos peritos que participam no II Congresso Internacional de Jornalismo de Migrações, que se celebra em Mérida, advogaram ontem por que as notícias neste âmbito não se centrem exclusivamente nos factos/feitos dramáticos, já que há grandes histórias que ficam esquecidas. Esse é um «perigo», já que, em ocasiões, os jornalistas «só/sozinho falamos do movimento dos seres humanos ao longo/comprido do planeta vinculado a problemas e muito pouco/bocado da oportunidade que representa», destacou Pepa Bueno.

No seu entender, a agenda informativa em Espanha está «sequestrada» e isto influi na «pouca atenção» que os jornalistas emprestam a temas relacionados com a migração que tem um balanço «positivo» no país.

Neste sentido, María Teresa Ronderos destacou que a forma em que os jornalistas tratam as informações sobre/em relação a migração é «muito diferente à ideal», pois se deixam levar «demasiado» pelo dramatismo e os casos mais extremos sem contar as histórias que se escondem detrás. Para a jornalista colombiana, o foco se põe no momento mais dramático da migração enquanto outras questões, como os motivos que obrigam a essas {personar} a fugir ou como os recebem quando chegam a seu destino, ficam apagadas. A diretora-geral da Fundação {porCausa}, {Lucila} Rodríguez Alarcón, organizadora deste congresso junto à Agência Extremenha de Cooperação Internacional ao Desenvolvimento ({Aexcid}), destacou que esta nova edição é uma posta «ambiciosa» com três idiomas oficiais: castelhano, inglês e francês.