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Acordo sem consenso no comité de Don juan para pôr fim a a greve

A proposta da empresa se aceitou por maioria embora a vêem «insuficiente». USO se desmarca e mantém o protesto ao não ver suficientes «avanços» nem «{grantías}»

 

Trabalhadores de Ambulâncias Don juan, numa concentração no Hospital Universitário de Badajoz. - EL PERIÓDICO

R. CANTERO region@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
23/11/2019

Acordo sem consenso e com matizes em Ambulâncias Don juan para pôr fim a a greve indefinida que iniciaram o dia 1 de Novembro no transporte sanitário. Os representantes dos comissões de trabalhadores e de greve acordaram por maioria aceitar as melhorias propostas pela empresa e desconvocar a mobilização. Da decisão se desmarca USO, o sindicato maioritário na comissão de trabalhadores da província de Badajoz, que não aceita o acordo porque não vê «garantias» suficientes por parte da empresa para levar adiante os compromissos. Os comités estão integrados além disso por representantes de CSIF (preside o comité da província de Cáceres), UGT e CCOO.

O acordo não foi fácil e o resultado não satisfaz também não aos que votaram a favor, embora reconhecem que recolhe/expressa tudo o que tinham {solicitad} à empresa. De facto a reunião, que se tem prolongou durante mais de três horas, viveu muitos momentos de tensão e foi necessário um {receso} para diminuir a tensão. Finalmente os 26 representantes dos trabalhadores optaram por votar e se impôs o sim por 16 votos a favor, 8 contra e 2 abstenções. O ultimato da empresa nesta semana acabou pesando na decisão, segundo confirmaram vários dos presentes

«O acordo é um mau trago para a todos. Mas temos optado por confiar em que cumprirão porque pensamos que uma maioria se pode ver beneficiada. Se não cumprem, nos estaremos deixando a companheiros atrás», assinalou após a reunião Antonio Baños, presidente do comité de Don juan em Cáceres.

«As medidas são insuficientes, mas são as que se tinham pedido. Se cumprem, {confiamos} em que dêem estabilidade laboral. E se não cumprem, estaremos num cenário diferente no qual a reivindicação será mais forte», sublinhou {Aureliano} Braço, de UGT.

A sensação é mais satisfatória na direção de empresa, que destacou que com o acordo de ontem se abre «uma nova etapa de estabilidade» no transporte sanitário da região.

procuras/ A proposta aceitada inclui procuras como o aumento até um 80% do número de contratos em práticas que se transformarão, contratação de trabalhadores que não tinham sido renovados, outros 70 novas contratações indefinidas e os 2,5 trabalhadores nos PAC. Além disso, inclui melhorias de horários e descansos e desentope também a negociação do novo convénio, que a empresa se tinha negado a abordar enquanto se mantivesse a greve.

O sindicato USO se tem desmarcado do acordo com seu voto contra e manterá posição até que celebrem uma assembleia com seus filiados/inscritos, já que não vêem «garantias suficientes», segundo as palavras de Víctor Arnelas, representante de Transporte Sanitário de USO. Aos integrantes deste sindicato não lhes têm gostado nem os projetos nem o ultimato da empresa («ou este acordo ou não há acordo»). «Os avanços foram escassos e mais que avançar se tem recuado em aspetos tão importantes como o abuso das ambulâncias de Urgências, cujos técnicos-condutores estão sendo submetidos a cargas de trabalho brutais para oferecer mais descanso/intervalo aos trabalhadores de programado». Pedem à empresa «uma solução digna» para todos.