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15.000 empresas fecharão se não se facilita o substituição dos autónomos/trabalhadores independentes, segundo {OPA}

Pede a Vara que o novo plano incida nas mulheres e o mundo rural

 

EFE
22/08/2019

Mais de 15.000 empresas de autónomos/trabalhadores independentes podem fechar na próxima década na Extremadura se não se arbitram medidas que permitam substituir a seus promotores, segundo advertiu a organização {OPA} ao presidente da Junta, ao que propôs que qualquer pessoa física possa situar-se à frente destes negócios quando chega a reforma de seu impulsor.

Esta é uma das procuras que o presidente da Organização de Profissionais Autónomos/trabalhadores independentes da Extremadura apresentou esta quarta-feira ao chefe do Executivo regional, Guillermo Fernández Vara, no decurso duma reunião celebrada na sede da Presidência, em Mérida. O propósito, explicou {Segador} em declarações aos meios, é dar início um plano de substituição geracional «específico» para os trabalhadores independentes dado que o atual deixa fora ao coletivo «e são milhares de negócios que se fecham por não existir esta opção». Segundo precisou, até agora o substituição geracional se tem promovido fundamentalmente para as sociedades e comunidades de bens, não assim para os trabalhadores independentes apesar de que mais de 15.000 empresas fecharão nos próximos dez anos na Extremadura se não há ninguém que substitua a seu promotor quando alcança a reforma.

Por outro lado, {Segador} também abordou com Fernández Vara o novo Plano de Autoemprego da Extremadura, dado que o atual conclui o próximo Dezembro após quatro anos de vigência.

Nesta nova edição, o presidente de {OPA} pediu que se incida de maneira especial no autoemprego feminino nas zonas rurais, pois pode ser «parte da solução» para combater a despovoamento. Por outro lado, têm tratado sobre/em relação a a Lei de Segunda Oportunidade que Fernández Vara incluiu em seu programa eleitoral e que, para o presidente regional de {OPA}, «vai ser solução para muitos autónomos/trabalhadores independentes» ao permitir «reiniciar outra vez essa atividade que era tão rentável e que por culpa da crise teve que desaparecer».