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Um relatório/informe diz que soterrar as vias do TGV não incrementaria os custos

Sete arquitetos defendem que evitaria a «fratura urbana» que sofre a cidade

 

Dois veículos cruzam um dos passos a nível que atualmente existem em Navalmoral. - N. A.

NIEVES AGUT prov-caceres@extremadura.elperiódico.com NAVALMORAL DE LA MATA
23/10/2019

O {soterramiento} das vias do TGV a seu passo por Navalmoral de la Mata com o fim de acabar com a histórica «fratura urbana» que sofre a cidade teria um custo similar ao projeto em superfície da linha que está elaborado o Administrador de Infraestruturas Ferroviárias ({Adif}) e que ronda os 94 milhões

Assim se recolhe/expressa num relatório/informe que têm elaborado sete arquitetos inscritos à Associação do Sector da Construção de dita cidade e que ontem apresentaram numa reunião que teve lugar em Mérida com representantes dos quatro grupos parlamentares, informa Efe.

Além disso detalha que o {soterramiento} se refere ao troço urbano de 1,5 quilómetros compreendido entre os duas pontes que superam a {N-V}, segundo explicou {Florencio} {Gómez}, um dos arquitetos que participou na elaboração de dito documento. Também, fazem referência à proposta de {ADIF} de que a linha ferroviária seja em superfície algo que, segundo {Gómez}, «consolidaria a futuro a fratura urbana que hoje existe nesta cidade devido à linha de comboio convencional, que faz com que a zona norte de Navalmoral esteja praticamente isolada com dois passos a nível para veículos e peões». Uns passos que desapareceriam se a linha fora subterrânea.

No relatório/informe se recolhe/expressa também que na zona norte estão parte das infraestruturas municipais como são as piscinas e o campo de futebol, a zona de {descontaminación} nuclear em caso de evacuação, o quartel e uma população de umas 4.000 pessoas.

Por outro lado, assinalam que ao soterrar o corredor ferroviário como propõem os arquitetos, «se dará continuidade às comunicações filmadas e pedonales, com o que acabar-se-ia com essa divisão da cidade e se libertaria grande quantidade/quantia de espaço para um futuro desenvolvimento urbanístico».

UMA GRANDE OPORTUNIDADE// Embora o relatório/informe não entra a valorizar nem apresentar uma solução urbanística para o terreno que ganharia assim a cidade, {Gómez} sublinhou que por, primeira vez, «Navalmoral poderia ter uma visão a futuro de cidade, uma oportunidade que também é muito importante».

O arquiteto enfatizou que a estimação do custo desta alternativa, que inclui dois passos soterrados para veículos e outros dois pedonales, se fez por comparativa com outros projetos de similares características e de cumprimento de troços iguais e estaria em torno dos 94 milhões do projeto que defende {ADIF}.

Finalmente, expôs que seria uma lástima que um investimento tão grande, se calhar a maior que recebeu Navalmoral no último século, «pudesse deixar tão mau sabor de boca, com uma divisão urbana que a futuro é intransponível».

Também querem apresentar o relatório/informe a {Adif} e ao Ministério de Fomento.