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O presidente da Câmara Municipal reclama a autorização para instalar os quiosques

Os proprietários dos negócios têm recusada a petição/pedido por parte da {CHT}

 

O presidente da Câmara Municipal, junto a alguns dos proprietários dos quiosques, ontem. - N. {AGUT}

NIEVES AGUT prov-caceres@extremadura.elperiódico.com CORIA
09/05/2019

A Câmara Municipal de Coria, através de seu presidente da Câmara Municipal, José Manuel García Ballestero, criticou ontem à Confederação Hidrográfica do Tejo por recusar a autorização a seis quiosques para poder/conseguir exercer sua atividade como cada ano no período estival, desde o 1 de Junho até ao 1 de setembro. O presidente da Câmara Municipal, numa intervenção na câmara municipal junto aos proprietários dos quiosques advertiu de «as graves consequências em emprego, no económico e no turismo», disse, suporá para a localidade {cauriense} se não se permite a instalação dos negócios que se localizam junto ao Passeio da Ilha e o rio Alagón.

O presidente da Câmara Municipal explicou que a negativa da {CHT} se justifica em que o lugar afetado «é zona inundável», mas recordou que esta mesma situação tem existido sempre localizando-se os quiosques desde há mais de 40 anos sem problemas», afirmou. Também, recordou que a {CHT} criou este mesmo problema no passado ano e que a câmara municipal «no fim conseguiu a autorização com muito esforço e elaborando um plano de evacuação e emergência do rio Alagón a seu passo por Coria, o único plano que existe na Extremadura, se nos pedem coisas que não se lhes pede a outros municípios», acrescentou. Finalmente advertiu que há em jogo uma centena de empregos, para além de toda a atividade económica que se gera por volta de.