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A Câmara Municipal aprova, só/sozinho com o voto do PP, as contas de 2019

PSOE e Podemos criticam a ausência de verbas/partidas relevantes em emprego e o social. Rondam algo mais de 15 milhões e os populares as definem como «equilibradas»

 

Um dos momentos da celebração do plenário/pleno de carácter extraordinário de segunda-feira. - CEDIDA

NIEVES AGUT
27/02/2019

A Câmara Municipal de Coria tem aprovado, durante a celebração de um plenário/pleno de carácter extraordinário na segunda-feira, o orçamento geral correspondente ao exercício 2019 por um montante total de 15.596.000 euros, bem como o pessoal de pessoal. De dita quantia, 12.044.250 euros pertencem ao orçamento consolidado da Câmara Municipal e o resto aos orçamentos do Patronato da Lar da Terceira idade que gere a Administração local e da empresa municipal {Emdecoria}. As contas contaram unicamente com os votos a favor dos vereadores do PP que ostentam maioria absoluta, enquanto receberam a rejeição dos grupos da oposição/concurso público -PSOE e Podemos- que votaram contra.

Entre as diferentes verbas/partidas, na secção de despesas se destinam a Pessoal 5.458.420 euros, «algo mais que no exercício anterior», segundo assinalaram desde a câmara municipal. Também, se destinam 3.534.150 euros a despesa corrente e 2.308.105 a investimentos. Relativamente aos rendimentos, a verba/partida mais elevada é a de transferências correntes com 4.513.890 euros e a segunda mais alta é a de impostos diretos com 3.653.700. Durante as intervenções, o porta-voz do PP, Pablo Enciso, qualificou os orçamentos de «equilibrados e continuístas e que se baseiam em gastar o que se ingressa».

Por seu lado, o grupo socialista na oposição/concurso público, que votou contra, argumentou que são uns orçamentos «sem capacidade de investimento e que carecem de verbas/partidas para medidas de emprego e políticas sociais». Também, resenharam que as únicas quantias relevantes neste sentido são as que chegam desde a Junta de Extremadura e a assembleia provincial de Cáceres para a ajuda a domicílio, a atenção social básica, as ajudas de mínimos vitalistas/vitais ou o programa de famílias, entre outras.

Na mesma linha mostrou-se o grupo Podemos que recriminou ao PP que as contas «não refletem questões importantes como a subida do Salário Mínimo Interprofissional ao pessoal temporal, nem que se vá a assumir a competência em Salubridade Pública com o necessário que seria um lugar para a recolhida de animais abandonados, nem se prevêem subsídios ao movimento associativo, nem se refletem os poupanças em eficiência energética». «São um cópia/copia e bate de anteriores orçamentos que não têm em conta as necessidades das famílias de Coria», acrescentou Podemos.