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O Prémio de Pintura {Timoteo} Pérez Rubio já recebeu 84 originais

O prazo para enviar os trabalhos se mantém aberto até ao 31 de Outubro. As obras adquiridas, por montante de até 7.000 euros, ficam na Câmara Municipal

 

Apresentação do Prémio de Pintura {Timoteo} Pérez Rubio. - ASSEMBLEIA PROVINCIAL/S. RODRÍGUEZ

REDACCIÓN prov-badajoz@extremadura.elperiodico.com BADAJOZ
11/10/2019

El Ayuntamiento de Oliva de la Frontera mantiene abierto el plazo para la presentación de obras al XIX {Premio} de {Pintura} {Timoteo} Pérez Rubio, ao que já se apresentaram 84 trabalhos. El objetivo deste certame, que nasceu no ano 2000, é «{recordar} a figura do pintor {olivero} e promover e impulsionar a arte». A vereadora de Cultura, María Gañán, recordou que os participantes devem entregar num primeiro momento suas obras em formato digital até ao 31 de Outubro na plataforma www.{mundoarti}.com.

El júri, composto pela diretora do Museu de Belas Artes, María Teresa Rodríguez; o professor da Universidade de {Sevilla}, Juan José Gómez de la Torre; e um professora da localidade decidirão as obras que farão parte da exposição já em formato natural e de entre elas selecionarão as vencedoras. As obras adquiridas, por montante não superior a 7.000 euros, passarão a fazer parte do património do Ayuntamiento de Oliva.

FIGURA DO PINTOR / El presidente da Câmara Municipal, José Rangel, ofereceu um revisão da vida e obra de {Timoteo} Pérez Rubio, nascido em Oliva de la Frontera em 1896 e falecido em Brasil em 1977. Recordou seu passo pela Escola de Artes e Ofícios de Badajoz e pela Real Academia das Belas Artes de São Fernando, graças a uma bolsa da Diputación de Badajoz. A sua extraordinária coleção {pictórica} soma-se seu cargo como presidente da Junta Central del Tesoro Artístico {Nacional}, à frente do qual foi o coordenador do transferência a Suíça das principais obras do património artístico espanhol para salvaguardá-lo de efeitos da Guerra Civil. Morreu em 1977 em {Valença}, Brasil, e desde 1999 seus restos repousam no cemitério de Oliva de la Frontera.

El deputado de Cultura, Francisco Martos, destacou este prémio como um dos tradicionais da província, «destinado a promover, como faz a Diputación de Badajoz, a consolidação de um património artístico que se vem forjando faz muito tempo».