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O pessoal de {Solventia} para em bloco para exigir os atrasos

Segundo CCOO, se lhes devem as ordenados dos dois últimos meses. Além disso se lhes deve a paga extra, férias e dinheiro por dietas

 

Trabalhadores de {Solventia} concentrados diante da sede da empresa. - EL PERIÓDICO

EUROPA PRESS prov-badajoz@extremadura.elperiodico.com ZAFRA
17/01/2020

O pessoal do Grupo {Solventia}, empresa de Zafra dedicada fundamentalmente à construção e equipamento de plantas de energia solar, apoiou na sua totalidade o desemprego parcial convocado ontem por CCOO da Extremadura para reclamar o pagamento dos ordenados atrasadas que se lhes deve. Além disso, os trabalhadores da empresa também se concentraram às portas da sede de {Solventia}, no polígono industrial de Zafra, onde estão empregadas mais de oitenta pessoas com contratos estáveis.

Segundo informou CCOO em nota de imprensa, o pessoal «suporta desde há dois meses o falta de pagamento da ordenado e da paga extra sem que a direção dê explicações dos motivos», ao que se une além disso que se devem férias e dinheiro em conceito/ponto de dietas.

Perante esta situação, a Federação de Indústria de CCOO convocou greves parciais, para além de ontem, para os dias 17, 21 e 23 de Janeiro em horário de 12.00 a 14.00 horas em todos os centros de estreitamente de {Solventia}.

CCOO assinalou que estes {paros} parciais supõem a «primeira medida de pressão», mas não se descartam outras mobilizações no futuro, «depois de/após que os representantes da empresa não oferecessem uma solução para pagar o dinheiro que devem numa reunião de mediação e arbitragem na segunda-feira passada em Mérida», explicou.

Segundo acrescentou o sindicato, {Solventia} está subcontratada pela empresa grega {Metka} para a construção da planta solar de Talaván e para isso contratou a mais de cem pessoas de maneira eventual, uns trabalhadores aos que também se lhes devem dois ordenados. Em princípio parecia que neste caso sim se poderia resolver o problema graças a um acordo entre {Metka} e os representantes sindicais pelo que a primeira comprometia-se a ir pagando progressivamente as quantidades/quantias devidas. No entanto, apontou CCOO que «este pré-acordo {peligra} porque não se chegou a assinar pelos responsáveis de {Solventia}», algo que para CCOO é «motivo de preocupação e alarma».

Por enquanto, {Metzka} decidiu dar férias a este grupo de trabalhadores à espera de que sua subempreitada responda e rubrique este acordo para que se possa materializar e continuem as obras na planta solar de Talaván.