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Wimbledon, ¿coisa de três?

Novak Djokovic, Rafa Nadal e Roger Federer voltam a apresentar-se como os principais favoritos ao título. O tenista suíço, oito vezes vencedor em Londres, leva já 20 anos disputando o torneio

 

Wimbledon, ¿coisa de três? -

JAUME PUJOL-GARCERAN
01/07/2019

{Alexander} {Zverev} tinha dois anos, {Stefanos} {Tsitsipas} só/sozinho um, Denis Shapovalov, apenas seis meses, e {Felix} {Auger}-{Aliassime} ainda não tinha nascido quando Roger Federer pisou pela primeira vez Wimbledon em 1999. Esse ano, Europa tinha posto em circulação/trânsito o euro, Lanço {Armstrong} ganhou seu primeiro Tour e {Pete} {Sampras}, o sexto de seus sete títulos sobre/em relação a a erva do {All} {England} {Tennis} Clube.

Duas décadas depois, {Zverev}, {Tsitsipas}, Shapovalov e {Auger}-{Aliassime} são tenistas da {nex}-{gen} candidatos ao título, Grã-Bretanha está prestes a abandonar Europa, a {Armstrong} lhe têm arrebatado seus sete Tours por dopagem, {Sampras} costuma sentar-se no camarote da central no dia da final do torneio e Federer é o único que segue/continua impertérrito sobre/em relação a a erva de Wimbledon, onde não tem faltado em 20 anos e, a partir de amanhã, voltará a estar, prestes a cumprir 38 anos e, de novo, entre os três grandes favoritos à vitória final junto a Novak Djokovic, atual campeão, e Rafael Nadal.

Desde que ganhou seu primeiro Wimbledon em 2003 perante o australiano Mark Philippoussis, o exnúmero um tem forjado uma lenda nesse cenário. Esse currículo impecável e sua décima vitória em Encontre na passada semana lhe tem servido para deslocar a Nadal como segundo cabeça de série e fazer parte de um trio de campeões que chegam com máxima ambição. Djokovic abrirá o jogo hoje (14.00 horas, Movistar) na central para inaugurar a 133ª edição perante o alemão {Kohlschreiber} (57º mundial). O sérvio aspira a revalidar o título, conquistar seu quinto Wimbledon e somar o 16ª {Grand} {Slam} de sua corrida/curso.

Federer debutará amanhã perante o sul-africano {LLoyd} {Harris} (87º mundial) à procura de um nono título e seu 21ª {Grand} {Slam}. Esse mesmo dia se estreará também Nadal perante o japonês {Yuichi} {Sugita} (258º mundial) com o repto/objetivo de conquistar seu terceiro Wimbledon, um torneio que não ganha desde o 2010 e que lhe suporia o 19ª {Grand} {Slam} em seu palmarés se consegue levantar a dourada taça o próximo 14 de Julho. Lhe espera um caminho diabolicamente difícil com possíveis rivais como {Nick} {Kyrgios}, Denis Shapovalov, {Marin} {Cilic} e {Dominic} {Thiem} antes de chegar a cruzar-se com Federer e Djokovic.

«No passado ano estive a um ponto da final. Fiz um bom torneio e {llegué} a meias-finais», explica Nadal que perdeu com Djokovic, 6-4, 3-6, 7-6, 3-6 e 10-8) e que enfrentará o torneio tendo disputado só/sozinho uma exibição no clube londrino de {Hurlingham}, onde perdeu com {Marin} {Cilic} (6-3, 6-3) e Lucas Pouille (6-3, 4-6 e 10-5). «Me encontro bem e vou melhorando dia-a-dia. Espero estar pronto/inteligente/esperto. {Vengo} com muita confiança após Roland Garros», assegurou.

O claro favoritismo do {Big3} o confirmam as casas de apostas antes de começar o torneio. A vitória de Djokovic se paga a 2,37 por euro apostado; a de Federer, a 4,35 euros e a de Nadal, a 7 euros. Longe de eles, o quarto na lista é o grego {Stefanos} {Tsitsipas} (19 euros), seguido/continuado do alemão {Alexander} {Zverev}, o croata {Marin} {Cilic}), o canadiano {Felix} {Auger}-{Aliassime}, {Themi} (34 euros), o {díscolo} australiano {Nick} {Kyrgios} (41 euros) e possível rival de Nadal em segunda ronda, do qual ontem não quis falar. «Tempo terá», disse.

O torneio feminino

Se no torneio masculino os prognósticos estão centrados em Djokovic, Nadal e Federer, no torneio feminino o leque se abre com tantas opções como incógnitas. O esmagador domínio que exercia Serena {Williams} desde que ganhou pela primeira vez em Londres em 1999 tem desaparecido. A tenista estado-unidense, de 36 anos, chega a Wimbledon tendo jogado só/sozinho 12 partidos esta época e como cabeça de série número um. Apesar de isso, é a terceira favorita junto a {Karolina} {Pliskova}, com 8,5 euros por sua vitória, só/sozinho superadas pela australiana {Ashleigh} {Barty} (6,5 euros), última vencedora de Roland Garros e que deverá adaptar suas características a uma superfície totalmente diferente à terra.

Quanto às espanholas, não está a ser uma boa época para {Garbiñe} {Muguruza}, que tem caído até ao posto 27 do ranking {WTA}. Parece longe do nível que teve em 2017, quando ganhou em Londres a final a Serena {Williams}, mas com ela nunca se sabe. A outra vaza é Carla Suárez (31ª mundial), que foi algo mais regular/orientar.