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O Tribunal Superior de Justicia decide que a eleição de Rocha foi legal

O alto tribunal extremenho dá a razão ao presidente que foi escolhido no ano 2013

 

Pedro Rocha, presidente da Federação Extremenha de Futebol. - EFE

EFE
25/10/2019

O Tribunal Superior de Justicia (TSJEx) considera que não teve irregularidades no processo eleitoral da Federação Extremenha de Futebol de Junho 2013, segundo determina numa sentença que revoga e anula o emitido parecer pelo Tribunal/réu/julgado do Contencioso número 2 de Mérida.

Assim o expressa numa nota a Federação Extremenha de Futebol, entidade à que lhe foi notificada na quarta-feira a sentença após o recurso de apelação que apresentou à decisão do tribunal emeritense.

Além disso condena a costas ao Cidade de Plasencia, ao ter «por correto tudo o atuado pela Junta Electoral nas eleições celebradas em Junho de 2013», indica a territorial.

O alto tribunal extremenho considera que «não existiu nenhum tipo de irregularidade nem nas delegações de voto nem no voto por correio».

As eleições celebraram-se em Janeiro e em Julho de 2013. Nas primeiras «a candidatura de {Elisardo} Praça/vaga e Francisco Paramio cometeu várias irregularidades, como assim fica expressado numa sentença de Dezembro de 2017, ratificada pelo Tribunal Superior de Justicia de Extremadura em Maio de 2018», recorda a federação autonómica.

«SEM NENHUMA DÚVIDA» / A Federação Extremenha de Futebol aponta por sua vez que outra sentença já ditou o arquivamento das diligências prévias de investigação na qual estavam investigados membros de ambas candidaturas do procedimento eleitoral de 2013.

Em definitiva, «se conclui que todos os procedimentos judiciais derivados do processo eleitoral a membros da assembleia têm vindo a dar a razão à candidatura do atual presidente, Pedro Rocha, que foi escolhido de maneira legítima e legal».

Portanto, Rocha «foi o presidente legítimo escolhido por clubes, árbitros, treinadores e jogadores no processo eleitoral de 2013, sem que caiba nenhuma dúvida», incide.