+
Accede a tu cuenta

 

O accede con tus datos de Usuario El Periódico Extremadura:

Recordarme

Puedes recuperar tu contraseña o registrarte

 
 
 

{Tere} {Urbina} e {Benabbou}, a por todas hoje em Valência

 

REDACCIÓN CÁCERES
27/10/2019

A considerada como a média maratona mais rápida do mundo, a de Valência, se correrá hoje com dois extremenhos em {liza} com possibilidades de estar nos postos {cabeceros}: {Houssame} {Benabbou} e {Teres} {Urbina}. Em ambos casos, trata-se de atletas com solvência, já que ambos já foram campeões de Espanha da distância e ostentam os atuais {records} da Extremadura. Além disso, os dois expressaram sua confiança em assinar uma boa atuação nesta cita/marcação/encontro.

De resto ,Valência acolhe uma corrida/curso com o objetivo de voltar a bater o recorde do mundo feminino, conseguido em seu traçado em 2017 por {Joyciline} -{Jepkosgei} (1h04:51), e com o sono/sonho de fazê-lo também em categoria/escalão masculina (58:01). Também vários dos corredores da categoria/escalão elite masculina têm corrido esta prova «abaixo da hora», expressou o diretor da prova, Paco Borao.

É que na lista de participantes femininas destaca a presença das {kenianas} {Fancy} {Chemutai}, com um melhor registo só/sozinho um segundo inferior ao recorde mundial, conseguido o ano passado, e Joan Chelimo (1.05.04); bem como a holandesa {Sifan} {Hassan}, que assinou nos passados Mundiais de {Doha} uma dobradinha histórico nos 1.500 e os 10.000 metros, e as etíopes {Netsanet} {Gudeta} e {Senbere} {Teferi}.

Na categoria/escalão masculina são já oito as edições nas que o vencedor da prova tem desempregado/parado o crono abaixo da hora, de facto neste ano participam até treze corredores que ostentam uma marca inferior aos 60 minutos, se bem a recorde mundial que ostenta o queniano {Geoffrey} {Kamworor} desde no passado mês de setembro parece complicada de diminuir.

Entre os principais favoritos desta nova edição encontram-se os etíopes {Jemal} {Yimer} (58:33) e {Yomif} {Kejelcha} (59:17), bem como os {kenianos} {Bernard} {Ngeno} (59:16), {Albert} {Kangogo} (59:25) e Leonard Barsoton (59:28); bem como o {eritreo} {Nguse} {Amloson} (59:36) e o {noruego} {Sondre} {Moen} (59:48).

Os melhores representantes espanhóis na prova são Toni Abadía, {Ayad} {Lamdassem}, Juan Antonio Pérez, {Jaume} {Leiva} e {Hossame} {Bonabou}; enquanto em {féminas} destaca o concurso de {Mónica} Gutiérrez, María Esteban, Teresa Urbina e {Míriam} {Ortiz}.

A organização premiará com 70.000 euros a quem estabeleça o novo recorde em cada categoria/escalão embora serão 100.000 no caso da masculina se a nova marca é 57:59 ou inferior e no caso da feminina se é de 1h04:29 ou menos. Por superar os recorde de Espanha, 59:52 e 1h09:51, se pagarão 3.000 euros.

Esta nova edição terá como mote ‘{Dream} {fast}, {run} {faster}’ (sonha rápido, corre mais rápido) e estabelecerá um novo recorde próprio de participantes, pois há 17.500 inscritos depois de/após que no passado mês de Junho se {cerraran} as inscrições e se {abriera} uma lista de espera na qual se apontaram mais de três mil atletas.

Além disso, nesta edição se estreará o acordo que tem assinado a organização desta prova e do Maratona com o organismo de antidopagem da federação internacional e também um novo protocolo antitrapaceiros para evitar que se dupliquem dorsais ou que se corra sem eles.

A organização de ambas provas dará 25.000 euros à {Athletics} {Integrity} {Unit}, o organismo da {IAAF}, para realizar controlos por acaso a seus principais corredores convidados, detetar práticas ilegais e ações fraudulentas.

Além disso, a organização não convidou a atletas que tenham sido sancionados em firme/assine por dopagem e anunciou que exigirá a devolução completa dos prémios que tenha podido obter um atletismo nestas provas se a federação anula seus resultados desportivos tanto/golo nos controlos da prova como com posterioridade em seu passaporte biológico.

Esta situação poderia dar-se com Abraham Kiptum, que conseguiu o recorde do mundo do meio maratona na última edição desta prova (que foi superado este setembro) mas que no passado mês de Abril foi suspendido provisoriamente pela {IAAF} por irregularidades em seu passaporte biológico.

A diretora da Fundação Trinidad Alfonso, Elena Tejedor, também anunciou em seu dia o pacote de medidas de sustentabilidade, pela se têm “suprimido as 17.500 sacos de plástico para os corredores por outras {reutilizables}”.

Além disso, participarão na corrida/curso 40 mulheres com cancro do coletivo “corre em cor-de-rosa” e a entidade solidária com a que se colaborará neste ano será {FUVANE}, a fundação valenciana para a neuroreabilitação, que recebe doações dos inscritos e um euro por cada corredor que acabe a prova por parte da organização.