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{Roneeka} {Hodges}, uma ideia coletiva

A estado-unidense do Nissan Al-Qázeres diz que se adaptará ao que necessite seu novo plantel/elenco. Jesús Sánchez elogia a atitude que mostra

 

Confiança mútua 8 {Roneeka} {Hodges} e Jesús Sánchez, ontem no concessionário Nissan em Cáceres. - CEDIDA

JOSÉ MARÍA ORTIZ deportes@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
11/01/2019

Faltam apenas dez minutos para onze da manhã no concessionário de Nissan em Cáceres, {AlQázeres} Motor. O treinador da equipa extremenho da Liga Feminina Dia, Jesús Sánchez, chega com ricto sério junto ao última contratação, a escolta estado-unidense {Roneeka} {Hodges}, que vai ser apresentada aos jornalistas uma semana depois de/após sua chegada em substituição da lesionada {Shacobia} {Barbee}. Não houve tempo para terlo facto/feito antes, entre outras coisas porque entre médias houve um dorida deslocação a {Ferrol}.

«Dentro da desgraça de ter perdido a ‘{Cobee}’, temos a sorte de ter podido encontrar nela um substituição», disse o treinador do Nissan Al-Qázeres de entrada. Ele mesmo faria de tradutor depois, quando a norte-americana disse que podia assumir bem o {rol} de estremo, o que desempenhava a que jogadora à que supre.

{Roneeka} acrescenta: «o primeiro que faço quando me um uma equipa é fazer o que esse plantel/elenco quer de mim», assegurou a última jogadora em chegar ao Al-Qázeres. Sánchez assim o admitiu: «não é o mesmo tipo de jogadora, é mais escolta, mais {anotadora}, mas desde o primeiro dia tem posto tudo de seu parte para ajudar ao plantel/elenco para que se adapte o melhor possível às suas companheiras».

E {Rooneka} acrescentou que se encontra fisicamente «muito forte, embora esta liga é difícil e tenho que pegar/apanhar o ritmo de minhas companheiras», às que elogiou seguidamente «porque trabalham muito bem». E isso faz-lhe que tenha agora que acoplar-se. «O resto da equipa leva quatro meses junto, e eu somente uma semana, e necessito algo mais de tempo para poder/conseguir combinar-me com o resto de jogadoras».

{Paola} Ferrari

Jesús Sánchez, entretanto, não ocultou seu mal-estar pelas declarações da {paraguaya} {Paola} Ferrari na entrevista publicada na quarta-feira passada em O Jornal Extremadura. O treinador vinho a dizer que o manifestado pela escolta era mais próprio de um ‘portas até adentro’ de um balneário e não através de um meio de comunicação. Mesmo assim, assumiu que respeitava os pensamentos da jogadora, chave em sua engrenagem pela sua condição de estrela da equipa.

No horizonte está o jogo/partido do próximo sábado em casa (18.00 horas, Serrano Macayo) perante o Perfumarias Avenida, líder indiscutível do campeonato. Em isso sim coincidem o treinador e a jogadora {paraguaya}: é factível dar a surpresa, embora, em palavras de Sánchez, «seja quase impossível». O sono/sonho do Nissan Al-Qázeres é esse, desavenças ao mar.