+
Accede a tu cuenta

 

O accede con tus datos de Usuario El Periódico Extremadura:

Recordarme

Puedes recuperar tu contraseña o registrarte

 
 
 

Reto para o Plasencia perante o {Basket} Navarra em Pamplona

Los de Plasencia, com a dúvida de {Duane} {Morgan}, procuram seu terceiro triunfo consecutivo

 

{Duane} {Morgan}, que é dúvida para o jogo/partido de hoje. - TONI GUDIEL

ABEL HERNÁNDEZ deportes@extremadura.elperiodico.com PLASENCIA
04/01/2019

El Extremadura Plasencia juega este viernes en el {Polideportivo} {Arrosadia} de Pamplona ante el {Basket} Navarra (20.30 horas) com o propósito de encadear três vitórias consecutivas, circunstância que ainda não se produziu no que vai da época e que poria aos de Plasencia em disposição de colocar-se entre os seis primeiros.

«É um jogo/partido importantíssimo e é um repto/objetivo conseguir a vitória», assinalava ontem o treinador Rafa Sanz, que além disso recordava que «não muitas equipas o têm conseguido, a competição está {igualadísima}. É complicado conseguir essa regularidade competitiva e essa concentração. Não é uma prova fácil, mas oxalá possamos consegui-lo».

Se enfrenta o Plasencia além disso ao melhor jogador da liga, Hernández Sonseca. El exmadrilista, internacional, é o melhor valorizado da liga com um média por jogo/partido de 21,53, o que mais ressaltos defensivos recolhe/expressa (7,27), o segundo em ressaltos totais (9,27) e promediando 15,4 pontos por jogo/partido. El pívot é chave na sua equipa, mas recorda Sanz que embora anotou 21 pontos no encontro de ida, a vitória se a levou o Plasencia (79-64). «Seu plantel/elenco está marcado pela capacidade de Sonseca para anotar e para gerar. Beneficia-se de sua experiência, já que nesta competição não há muitos jogadores de sua qualidade em sua posição, embora Navarra também tem jogadores que por fora são perigosos, como Carles Marzo ou Marín. Acredito/acho que são uma equipa favorito para estar em cima».

Se agarra Sanz ao lembrança da primeira volta na Bomboneira para argumentar seu possibilidades hoje. «Aqui {ganamos} porque, sobretudo na segunda parte, {defendimos} muito bem. Temos outras fortalezas, mesmo em defesa. As duas últimas vitórias as temos alicerçado desde aí e em Pamplona temos que voltar a fazê-lo».

Insiste o treinador na importância da defesa, «que não depende da atitude, ou dos ‘{cojones}’ como as pessoas acredita, mas da boa técnica individual e de ter uma boa sincronização coletiva e tudo isso temos de treiná-lo. {Intentamos} melhorar desde aí».

Em é aspeto físico, o único notável na expedição são as pequenos incómodos de {Duane} {Morgan} devido aos pontos de sutura na face interna do malar que deveram dar-lhe após o jogo/partido de Ávila.