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{Pity}, o rei do grande penalidade

O jogador do Calamonte encadeia 32 penas máximas anotadas de maneira consecutiva

 

Em seu lugar favorito 8 {Pity}, antes de lançar um grande penalidade ao Villanovense. - JOSÉ GAGO

JOSÉ GAGO deportes@extremadura.elperiodico,com CALAMONTE
26/10/2019

‘{Pitynalti}’: termo que se usa para referir-se à máxima eficácia possível desde os onze metros no futebol. O conceito/ponto nasce pelo jogador do Calamonte, José María ‘{Pity}’ Sánchez (Calamonte, 1993) que tem marcado 32 penáltis de maneira consecutiva. Pode que seja uma quimera, mas ao passo que leva o bom de {Pity}, se calhar a Real Academia Espanhola cedo considere oportuno introduzir dita palavra no dicionário. É letal desde o ponto de castigo. Desde que o Calamonte regressou a Terceira, o central {rabúo} não tem falhado nenhuma pena máxima das executadas.

«{Empecé} a atirar os penáltis com o Calamonte em preferente. Os estava atirando um colega e o fazia bastante bem, mas o treinador me deu essa responsabilidade e bom…não teve mau olho”, recorda com um sorriso velhaca. Até à data, 32 penas máximas e 32 tantos. ¿Terá falhado algum grande penalidade em sua vida? “Sim, lembrança o último que {fallé}. Foi perante o Cheles. Foi nos minutos finais, {agarré} a bola, o pus no ponto de grande penalidade e o {tiré} ‘ao {panenka}’. A bola se foi embora fora por bastante, a verdade que me deu um pouco/bocado de raiva, menos mal que {ganamos}», confessa.

Foi várias vezes o máximo goleador da sua equipa graças aos golos desde os 11 metros. Um arte que o leva praticando desde sua infância. «Em categorias inferiores também os atirava. Não os chão treinar muito. Meu pai me ralha porque diz que os pratique para não falhar, mas por enquanto não me tem ido mau assim», detalha.

Seu secreto: a precisão. «Não tem muita ciência. {Agarro} a bola, me {relajo}, penso o lado ao que quero atirar e disparo o mais ajustado possível ao pau. É precisão e um tipo de remate que {domino} bastante bem», analisa. A metodologia de um verdadeiro verdugo para os {guardametas}. O último em sofrer sua eficácia, o do Villanovense.

Segundo as estatísticas, cada vez que lanço uma pena máxima, estará mais perto de falharlo. Pura probabilidade. «O estive falando com José Fuentes, que é algo que também lhe passa aos guarda-redes com os minutos imbatíveis e me disse que já o seguinte o {fallaré}. {Intentaré} que não se assim», assinala entre risos.

Com confiança

Um erro que ainda não se produziu, mas que se se produz não lhe retira o sono/sonho. «Bom, não sei como {reaccionaré} porque já faz muitíssimo que não erro um. Não sei quando {fallaré}, mas seguiria/continuaria atirando'ls porque tenho confiança para isso», aponta o indiscutível rei dos 11 metros.

Aqueles que conhecem a este central, saberão tratar-se duma pessoa diferente. Dizem que é um génio, e os génios têm suas coisas. Interagir com o público enquanto vai a tirar um pontapé de canto ou rir-se após um erro próprio. Coisas ao alcance de poucos. Não obstante, perante os meios de comunicação se põe nervoso. «A verdade é que me o passo bem no campo enquanto jogo. Logo me põem um microfone ou uma câmara diante e me ponho súper nervoso, mais que quando vou a atirar um grande penalidade», diz entre risos o central, que dá a sensação que não quis ser futebolista. Condições lhe sobram.

«Desde que {regresé} a Calamonte após passar pela pedreira/formação do Mérida me tenho sentido muito cómodo aqui e isso o {valoro} muito. Tenho tido ofertas do {Jumilla}, de Segunda B, mas não me convencia economicamente e também uma do Don Benito quando ascendeu, mas não a {acepté} e dessa sim me {arrepiento}, mas bom…não temos de dar-lhe mais voltas», explica.

Agora, para além de não falhar grande penalidade algum, encontra-se trabalhando no campo. «Não é nenhuma desculpa, mas se calhar estas três épocas não estive a meu melhor nível porque também é muito duro o trabalho no campo e conciliá-lo com os treinos, mas quero voltar a meu melhor nível», comenta {Pity}.