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Pinchi, um aluno sem limites da escola de Manuel Mosquera

El galego assegura estar feliz em Almendralejo e diz não pôr-se teto nem individual nem coletivo

 

Pinchi, durante o último jogo/partido do Extremadura contra o {Tenerife}. - {LALIGA}

RODRIGO MORÁN
11/10/2019

Ser profeta na terra está cada dia mais difícil nos tempos atuais. Por isso, não é de estranhar que o recomendável para muitos jogadores jovens é abandonar o ninho e procurar os êxitos longe de casa. Lhe passou a Manuel Mosquera faz agora 28 anos, quando decidiu ir-se embora de A Corunha a Almendralejo sem saber sequer onde estava a capital de Terra de Lamas. Quase três décadas depois, também com 23 anos, Pinchi vive uma história muito parecida. Com escala em Madrid, teve que abandonar {Riazor} ao não entrar nos planos do primeiro plantel/elenco do Desportivo da Corunha e agora é em Almendralejo onde este galego de aparência timidíssima e jogo descarado quer procurar seu sítio no futebol.

«Estou feliz e cómodo aqui. Sou muito friorento, {sabes}, e aqui isso de treinar com calor, com o sol fora e sempre com o bom ambiente do balneário gosto muito», dizia ontem entre brincadeiras em sala de imprensa. {Óscar} García, {apodado} como Pinchi por um carinhosa alcunha que um dia lhe colocou o seu pai, está a viver seu salto ao {profesionalismo} da mão do Extremadura. Jogou nove partidos, só/sozinho três de titular, mas Manuel o está introduzindo no campo muito aos poucos, sem forçar sua maquinaria.

Pinchi é um aluno avantajado de Manuel Mosquera, que lhe conhece bem de sua etapa no {Dépor}. El jogador galego só/sozinho tem palavras de elogio para seu treinador: «Manuel é o mesmo que me {encontré} faz cinco anos no Fabril. Essa bonança que tem se transfere também ao balneário. Jogadores e plantel/quadro estão sempre a morte com Manuel e isso provoca também bom ambiente».

El treinador tem cuidado cada passo do atacante corunhês no Extremadura e, nos últimos empurrões, lhe deu a carta da titularidade. Pinchi a tem aceite num lugar algo mais inusual para ele como é a média ponta, «mas estou tendo muito boas sensações. Estou contente/satisfeito de ajudar ao plantel/elenco e tinha vontade de dar já o salto de categoria/escalão».

OBCECADO COM O GOLO / Apesar de não ver baliza nas dez primeiras jornadas, este habilidoso jogador é sinónimo de golo, como bem tem demonstrado em seus últimos anos de Segunda B: «É verdade que sempre tenho andado obcecado com o golo e é algo que farei até que me retire, mas é verdade que neste ano não tenho essa ânsia doutras campanhas e acredito/acho que, agora, o melhor são as vitórias da equipa para crescer».

Pinchi quer voar sem limites, como o Extremadura, e por isso diz que não pôr-se teto. «Nem me os pus no passado nem me os vou a pôr agora. Como plantel/elenco, não temos que pensar em nada para além de a {Ponferradina} e em ir semana a semana. A equipa tem sabido estar à altura das circunstâncias porque o normal/simples é que nos tivesse entrado ansiedade ou stress com a má rajada, mas o levámos com tranquilidade, tal e como nos o tinha pedido o míster».

Não leva muito tempo em Almendralejo, mas em apenas três meses se deu conta rápido, como em seu dia já fê-lo Manuel, de que gosta de ao público do Francisco de la Hera: «Sabemos qual é nosso selo e não é outro que o de pressionar bem em cima, não olhar atrás e dá-lo tudo no campo. Até que não possamos mais. E isso sempre dando igual o rival e se jogamos dentro ou fora de casa».

No estritamente desportivo, o Extremadura fará hoje sua última sessão de trabalho antes de receber/acolher amanhã à {Ponferradina}. Rafa Mujica e {Lomotey}, ambos por lesões musculadas, estão descartados. Fica por saber se poderá entrar em convocatória {Kike} {Márquez}, que tem desenvolvido parte da semana de treinos com o grupo. Hoy terá uma prova definitiva para ver se superou sua microrotura/quebra musculada.