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O pessoal do Extremadura realiza seu treino mais esperado e atípico

Os jogadores se exercitaram de maneira individual com muita distância de segurança. Teve 20 jogadores da primeira plantel/quadro e seis do filial escolhidos pelo treinador

 

Alex Alegría recebe as ordens do {readaptador} Alberto Fernández no primeiro treinador. - EXTREMADURA UD

RODRIGO MORÁN deportes@extremadura.elperiodico.com ALMENDRALEJO
10/05/2020

Habrá que acostumar-se à realidade do novo futebol em metade duma pandemia como a do {covid}-19. O Extremadura regressou por fim aos treinos em sua cidade desportiva, embora foi o treino mais atípico jamais visto em Almendralejo. O recinto tornou-se num autêntico bunker de segurança com um operário custodiando a bilhete principal. Todos os jogadores têm uma hora determinada de chegado e, mesmo, terão que esperar em seus carros/automóveis se chegam antes de tempo.

Tudo está medido em tempos e espaços pelos exigentes protocolos de segurança e higiene ditados por {LaLiga}, que além disso mantém a um inspetor para supervisionar que tudo se cumpre à perfeição.

A primeira sessão de treinos se dividiu por fases. Os jogadores iam chegando por troços horários e ocupavam parte dos terrenos de jogo, divididos em seis parcelas. Neste primeiro dia, o Extremadura desenhou um teste de resistência a seus futebolistas para saber como estão após quase dois meses sem pisar o relva, enquanto a semana que vem normalizarão exercícios e terá controlos de peso e análises clínicas.

A primeira sessão foi o mais parecido a um primeiro dia de pré-época, embora em solitário. Os jogadores recebiam as ordens dos preparadores e técnicos, aqueles que deviam de manter mais de quatro metros de distância a todo o momento com os futebolistas. Além disso, os mesmos futebolistas tinham documentos no relva para ler alguns exercícios.

Os futebolistas tinham marcado com fitas o caminho a seguir/continuar nada mais descer de seus carros/automóveis. Chegavam todos vestidos com roupa de treino, luvas e máscaras. Para treinar, podiam retirar-se a proteção, mas passavam por um dos pontos desinfetantes que se têm instalado estrategicamente ao lado dos campos. Ao acabar, de novo desinfeção e a casa para {duchar}.

Este primeiro treino após a paralisação {liguero} contou com a participação de 20 jogadores do primeiro plantel/elenco mais outros seis do filial. A única ausência foi a de Alex López, avançado/ponta de lança que se recupera de sua recente lesão de joelho. Manuel citou do filial a Kike Carrasco, {Lele}, {Gabri} {Cardozo}, {Sabit}, {Collao} e {Mosquera}. O Extremadura, diante da {cortedad} de sua plantel/quadro, está obrigado a ter muito em conta aos jogadores do filial.

Uma das notícias mais agradáveis foi ver treinar com total normalidade a {Gio} {Zarfino}. O uruguaio esteve dois meses desempregado/parado antes de que se interrompesse a competição. Esse tempo prudencial lhe tem servido ao {charrúa} para pôr-se a tope face a um possível final {liguero}.

Também esteve treinando Kike Márquez, quem já está na fase final de sua recuperação. Não obstante, ainda deve provar-se com bola para comprovar sua evolução exata.

Satisfação/ Manuel Mosquera, treinador dos azuis-vermelhos, mostrou-se contente/satisfeito por voltar a uma certa normalidade: «queríamos treinar e aqui estamos. Agora pelo menos nos vemos e nos {reímos}. E estamos mais ou menos perto. {Intentaremos} adaptar-nos tão cedo quanto possível às medidas protegendo'ns os uns aos outros e cumprindo os protocolos que nos exigem».

O preparador galego sabe que, mentalmente, voltar à cidade desportiva lhe pode vir bem a seus jogadores: «vivemos de estar juntos, no relva. Embora não seja a normalidade de antes, isto já é um passo até uma certa normalidade»

O Extremadura deixará este domingo para descanso/intervalo e voltará ao estreitamente na segunda-feira, às nove. O relógio de contagem decrescente para a liga, já está a funcionar.