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«O Villanovense é minha família e me sinto muito valorizado»

 

«O Villanovense é minha família e me sinto muito valorizado» - CARLOS PINO

CARLOS PINO
01/07/2019

Despejó as dúvidas rapidamente. Enquanto alguém começou a rumorejar em redes sociais sobre/em relação a que estava no mercado o próprio Ángel Pajuelo se adiantou até a seu próprio clube para assegurar que queria ficar em Villanueva de la Serena. Fê-lo com uma foto de {Francesco} {Totti}, que passou toda sua vida desportiva na Roma. O capitão verde e o ‘{capitano} {giallorosso}’, a diferente nível, são exemplo de fidelidade absoluta. O repto/objetivo é voltar a Segunda B.

–¿Não se pensou nem por um momento não seguir/continuar em Villanueva?

–Não, para nada, no fim eu quero estar aqui, eu me quero retirar aqui e o clube também o deseja. Por isso outro ano mais, vamos assinando ano a ano porque também não quero aproveitar-me da situação nem vice-versa e ir ano a ano. Quero retirar-me aqui dentro de muitos anos.

–O da foto de {Totti} gostou muito aos adeptos. A diferentes níveis têm muitas coisas em comum.

–Durante todo o ano vou dizendo que me quero ficar aqui, sou assim, foi espontâneo tudo. Se me quer o clube vou seguir. O Villanovense me tem formado, é minha família e estou muito a gosto. Além disso me sinto muito valorizado. No fim algum clube te pode dar mais dinheiro, mas eu {valoro} a comodidade e o poder/conseguir estar aqui.

–¿Tem tido ofertas estes dias prévios ao anúncio ou nos últimos anos?

–Como oferta formal não. Te chamam companheiros ou pessoas do futebol perguntando't que vais a fazer e eu lhes digo que de aqui não me vou a mover. Vamos a ser realistas, também não me tem chamado ninguém de um Segunda A. Sou consciente donde estou. Por isso {desmentí} esse {tweet}, porque era mentira. Alguns o usariam para aproveitar-se, eu não.

–¿Embora passaram várias semanas se pode dar uma explicação fácil do que passou a última época?

–A tem. {Estás} aí porque {has} facto/feito as coisas mau. Foram um {cúmulo} de erros que terá que solucionar porque o pau foi duro. O clube estava súper bem estruturado e nos vamos outra categoria/escalão e vai ser difícil subir. Isso não te o garante ninguém nem trazendo aos melhores de Segunda B. Temos de avaliar o que fizemos mau, que não volte a acontecer e pôr ao Villanovense em onde se merece. Vai ser complicado, nos temos que adaptar à categoria/escalão porque vai ser muito diferente.

–Você já sabe o que é ascender com este plantel/elenco. ¿Como enfrenta esta campanha?

–Com o {chip} renovado e a máxima ilusão/motivação de devolver ao Villanovense a Segunda B. Sabemos que vai ser complicado mas temos vontade de que comece porque o repto/objetivo é bonito, {ilusionante} e difícil, mas é o que o futebolista quer: que tenha competitividade.

–¿Tem falado com o novo míster, com Pepe Masegosa?

–Não. Ainda não tenho tido a oportunidade, mas temos falado Javi, Mura, José Ángel e eu e estamos muito contentes de jogar todos juntos com a mesma t-shirt e sabemos que o repto/objetivo é difícil mas há ilusão/motivação.

–¿Como {crees} que será o pessoal o ano que vem?

–A ideia é clara, voltar a Segunda B. Acredito/acho que a equipa vai ser muito competitivo porque para subir tens que fazê-lo, mas com os pés no chão. Temos de adaptar-se à categoria/escalão.

–Cacereño, Moralo, Extremadura B, Coria… ¿Qual será o rival a bater neste ano?

–Os que {has} dito e alguma surpresa. Prefiro ser prudente e ver o que é que se passa quando comece a época. Prefiro não tirar peito porque no futebol se sacas peito te o afundam. Temos de ter sempre os pés no chão e não acredito/acho em favoritos porque jogamos cada fim-de-semana onze contra onze. Temos de competir os partidos o máximo possível e respeitando a cada rival, porque nos o vão a pôr muito difícil.

–A semana que vem se apresentará a campanha de pagados. ¿Como acredita que responderá a hobby/adeptos?

–A hobby/adeptos cada vez que a necessitemos nos vai a apoiar, nos vai a ajudar. Seguro que vão a estar os mesmos estejamos onde estejamos e oxalá essa gentalha que tenha dúvida se {enganche} porque sem eles nós não somos nada e que vamos da mão porque se estamos juntos antes {volveremos} a onde temos que estar.