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«Nossa tendência era em alta»

 

«Nossa tendência era em alta» - C. PINHEIRO

CARLOS PINO deportes@extremadura.elperiodico.com DON BENITO
10/05/2020

Já é oficial, sem marcha atrás. O Don Benito voltará a estar em Segunda B a próxima época. Depois de/após meses de incerteza se deu por fechada uma competição na qual os {calabazones} levavam fazendo o trabalho de casa desde/a partir de o mês de Outubro e na qual tinha muitas possibilidades de que sua classificação final não distasse muito da {decimocuarta} posição na qual tem terminado. Agora fica esperar, ir pensando em que fazer para repetir êxito em ao 2020-2021. Um dos principais artífices, o treinador Juan García (Badajoz, 27-1-1976), espera acontecimentos.

–¿Como se tomam a decisão?

–Não queríamos que terminasse. Viamos que tínhamos uma boa dinâmica, no caminho de conseguir a manutenção no campo. Temos de pôr o valor o bom estreitamente facto/feito até à jornada 28, porque não é fácil numa competição tão dura. Tinhamos facto/feito um bom estreitamente. E nos mantivemos no objetivo quase todo o ano. Exceto entre as jornadas 4 e 7 estivemos sempre fuera da zona de descida/desmpromoção e em boa linha. Em todos os partidos temos demonstrado que somos competitivos e somos merecedores de conseguir a objetivo/meta, que era a manutenção.

–Se tem repetido muito o de «Mérida e Don Benito se salvam». Mas há 18 equipas mais.

–Claro, se têm salvo muitos. Porque ficavam 30 pontos em jogo e, por exemplo, o Badajoz tinha 49 e o {Algeciras} acredito/acho que 29 e o Granada. Se lhes somas a estes 30 pontos e aos outros nenhum…No futebol pode passar de tudo se te {pones} a vê-lo. Os números te dão muita margem para interpretá-los. Mas sim quero pôr em valor que nós nos temos salvo porque se interrompe na jornada 28 mas tinhamos facto/feito os deveres. ¿Que não há descidas? Fenomenal para o qual se possa beneficiar, eu lhe {aplaudo}, mas a nós ninguém nos tem oferecido a manutenção.

–¿Acredita que salvar aos equipas que estavam em zona de descida/desmpromoção é injusto?

–Na interpretação sim. Eu acredito/acho que temos de tentar ser justos, porque embora sejam três pontos os que {tienes} acima quando se interrompem, esses três pontos te têm costado ganhar um jogo/partido mais e {estás} aí por algo. Por isso temos de ser cuidadoso nas interpretações e nas declarações que se fazem. Respeito muito a todos. Mas, embora todos digamos que a saúde é o primeiro, todos nos {miramos} o umbigo e procuramos a desculpa para nosso interesse/juro. Acredito/acho que nós somos justos merecedores dessa manutenção dentro dessas condições que se deram.

–¿Se lhe fica um pouco/bocado a {espinita} pregada de que no fim de época a equipa poderia ter terminado mais perto de a metade da tábua que da zona de descida/desmpromoção?

–Acredito/acho que sim, por nossa dinâmica, por como o estávamos fazendo e pelo que viamos e porque {recuperamos} lesionados, porque estivemos diminuídos pelas lesões, e a tendência da equipa era em alta.

–Se melhoraram todos os números, embora a plantel/quadro era diferente. ¿Destes dois anos qual acredita que foi o melhor?

–A do ano passado era muito difícil, muito dura, depois da primeira volta fizemos uma segunda volta de escândalo. E deste ano me {quedo} conseguir ter uma plantel/quadro mais competitiva e ter-nos estabelecido na categoria/escalão. Fomos uma equipa perigoso em todos os campos, porque não {especulamos}, e difícil de ganhar. Me {quedo} com a identidade conseguida para este plantel/elenco de lutador, batalhador com um ADN competitivo em casa e fora.

–Você defende sempre o valor do grupo como principal arma do Don Benito. Mas neste ano houve individualidades com picos de forma muito bons…

–{Necesitas} que as individualidades se ponham ao serviço do grupo, desse plantel/elenco e em momentos determinados marquem a diferença. Manu Miquel foi um jogador especial porque cada vez que esteve deu muito a nível de equilíbrio. E há jogadores que marcam a diferença. Por exemplo {Sebas} fez os 28 partidos e te ganha pontos. Jogadores como Abraham, David Agudo, Dani, que para nós foi ter outra opção de avançado/ponta de lança centralismo de referência e que, quando estão os partidos engarrafados dar-te saída procurando o jogo direta porque qualquer bola difícil te o faz bom. Mas também há jogadores como {Artiles} e {Santana} que dão um rendimento bastante bom ao plantel/elenco. Ou quando {recuperamos} de sua lesão a {Isma} {Heredia}, que ajudou muito ao plantel/elenco. Trinidad esteve a um nível muito bom, quando têm entrado {Chele} e Neto estiveram muito bem. {Álex} Ferreira, quando esteve sem lesões, que tem tido bastantes, também esteve muito bem. E depois Gonzalo, que sempre está. O temos posto como central e cumpriu, o {utilizas} de interior e cumpre, o {pones} de meio centralismo defensivo e cumpre… Embora acredito/acho que no fim o importante é o grupo.

–¿Que toca agora?

–Agradecemos ao clube sua maneira de atuar de aqui a 30 de Junho. Todos temos contrato. Somos seus trabalhadores e têm o acordo/compromisso de cumprir connosco. Aos jogadores lhes vamos seguir dando treinos individualizados e o corpo treinador está a sua disposição. E no corpo treinador continuamos formando'ns, cada um em sua parcela. Continuamos em contacto e a maioria fazemos formação, é um valor acrescentado para melhorar e esperando a um futuro incerto da competição. {Intentamos} descansar mas estamos ativos.

–Sempre disse que se sente muito a gosto em Don Benito. ¿Se lhe tem oferecido já seguir/continuar?

–A semana que vem falaremos. Imagino que terá intenção de continuar. Não tenho porque é que pensar o contrário. A semana que vem nos {sentaremos} e veremos o cenário que fica porque fica muito tempo e há muita incerteza.

–¿Acredita que o clube pode lutar por estar na futura liga intermédia entre Segunda e Segunda B que teria 40 membros?

–Todos queremos ter uma motivação desportiva e, se leva-se a cabo, ter um projeto desportivo no qual possamos competir/rivalizar/disputar e estar aí. Caso contrário seria sofrer uma descida, porque te meteriam uma categoria/escalão acima. Se leva-se a cabo o que queremos ouvir é que queremos fazer um projeto ambicioso no momento em que se saibam as normas de competição do ano que vem, que vamos a tardar em saber-les. Obviamente esse projeto desportivo tem que estar estabelecido num projeto económico e vamos a viver um cenário difícil para o futebol em geral. E para as equipas humildes ainda mais.