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«Não há nervos» no Cáceres, mas sim «necessidade de ganhar»

O capitão Luis Parejo diz que temos de ser conscientes de que ainda ficam 19 partidos

 

Luis Parejo, com um dos cães do Refúgio São Jorge de Cáceres. - CÁCERES {BASKET}

J. J. T. deportes@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
04/01/2019

Com o olhar posta em Granada, onde joga este domingo, e a necessidade de reverter sua negativa situação. Assim tem começado o Cáceres Património o 2019. «Temos que tirar as vitórias como seja, jogando bem ou jogando mau, mas necessitamos ganhar», reconhecia ontem o capitão da equipa, Luis Parejo, durante a visita da maior parte da plantel/quadro ao Refúgio de Animais São Jorge. «Nos ficam 19 partidos, 19 finais», acrescentava o escolta.

O pessoal do Cáceres prepara desde na quarta-feira o duelo de domingo perante o {Covirán} Granada, um recém ascendido de Prata metido na zona média/meia da classificação com mais vitórias (oito, o dobro que os verde-negros) que derrotas (sete). «Será um rival difícil, mas nós temos que ir sem pressão acumulada, só/sozinho a de voltar a ser nós mesmos e demonstrar que não somos tão maus», dizia Dani Martínez, que também participou na visita ao Refúgio São Jorge. A chave para consegui-lo a apontou Parejo: «Ser capazes de competir como estamos treinando».

Só/sozinho duas equipas conseguiram esta época ganhar no Palácio dos Desportos de Granada, o Oviedo (70-73) e o {Betis} (60-81). E o Cáceres necessita uma vitória «o quanto antes» para sair da zona de descida/desmpromoção. É agora penúltimo, mas um triunfo poderia permitir-lhe escapar das três últimas posições, as de descida/desmpromoção a LEB Plata. Após Granada, o Cáceres tem dois partidos seguidos/continuados no Multiusos, primeiro perante o Real {Canoe} no duelo que põe fim à primeira volta e depois face ao filial do Barça no início da segunda.

Não oculta o capitão que lhes está custando competir os partidos até ao fim. «À vista está, levamos só/sozinho quatro vitórias». Mas insiste em que a confiança é absoluta porque o trabalho diário/jornal é bom. «Nos falta competir, não pôr-nos nervosos e jogar melhor os finais de jogo/partido –ao Cáceres se lhe têm escapado várias vitórias nos últimos minutos–. Quando dêmos esse passo, seguro que {ganaremos}».

No Refúgio São Jorge, cada jogador do Cáceres tornou-se ontem em padrinho virtual dum dos mais de 70 cães que atualmente acolhe este centralismo. A partir de agora promoverão através das redes sociais o apadrinhamento para procurar-lhes uma nova família.