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22/08/2019

{Yohana} Rodríguez, a eterna capitã do Extremadura Arroyo, plantel/elenco que a próxima época {militará} na Superliga Feminina 2, enfrenta uma nova campanha na qual tudo faz indicar que variará seu decisivo {rol} na campo/pista a outro mais secundário. Isso faz-lhe voltar a vista atrás e assegurar não obstante que «pelo voleibol/vólei {rechacé} viagens, festas, tempo com a família e amigos, mas jamais me importou».

Com 31 anos, Rodríguez recorda que com tão somente 10 começou sua vinculação com o {voley}, um maridagem perfeito com o que percorreu todas as categorias inferiores, Segunda e Primeira Divisão, Liga {FEV}, {SF2} e Superliga, a elite do voleibol/vólei espanhol.

A jogadora refere que durante tudo esse trajeto foi crescendo, «tanto/golo de forma pessoal como desportiva, com os êxitos que {íbamos} somando ano após ano, a costa, isso sim, de muitos sacrifícios no terreno académico, familiar, social e laboral, mas que não mudaria por nada».

Embora parece que esta será a campanha em que dê um passo atrás em suas atribuições na pista em favor doutras jogadores mais jovens, ela mesma recorda que «faz já três anos que vivo esta mesma situação e no fim me termino envolvendo de forma total, por isso...».

«Hoy continuo a apostar pelo voleibol/vólei e usufruindo dele, embora cada vez de forma mais desvinculada, já que minha situação laboral, familiar e social tem ido mudando com os anos e por este motivo não posso dedicar a este desporto tudo o tempo que gostaria», acrescenta.

Sua atividade laboral como enfermeira na saúde extremenha propiciou nas últimas campanhas que devesse mudar turnos de guarda para enfrentar longas viagens (Barcelona, Canárias, Navarra), que se traduziam em que a sua chegada a Extremadura, devesse fazer frente a essas jornadas previamente modificadas.

Agora reconhece que se encontra às portas duma época cheia de incertezas, «na qual não poderei assistir a muitos treinos e determinados partidos».

«Como todos sabem na Extremadura e em Espanha, o Extremadura Arroyo é em essência um clube de pedreira/formação, e são as {peques} as que devem ir escalando postos para chegar a ter essa oportunidade de defender a sua localidade e comunidade pelas campos de toda nossa geografia nacional, e não tenho nenhuma de que saberão deixar o pavilhão bem alto», conclui.