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{Morata} reanima a um Atlético irreconhecível

O avançado/ponta de lança aproxima aos {rojiblancos} aos oitavos com um golo de cabeça perante o {Bayer} {Leverkusen}

 

IÑAKI DUFOUR (EFE)
23/10/2019

Um {testarazo} de Álvaro Morata no minuto 77, sete depois de/após ter entrado ao terreno de jogo, surgiu ao resgate do Atlético de Madrid, inofensivo, irreconhecível, deprimido e por volta das a deceção do empate contra o {Bayer} {Leverkusen}, mas vencedor à espera duma reação ainda pendente no jogo (1-0).

Até então, pressionado por dois vitórias em seus oito partidos precedentes, o triunfo é ouro para a equipa vermelho e branco, porque lhe oferece um tempo que não tem e que necessita para recompor-se, armar-se e encontrar-se novamente com um Atlético mais acorde a seu nível, a seu potencial e à ambição de aspirar a cada um dos títulos.

Ao mesmo tempo, lhe mantém no caminho dos oitavos de final da Liga de Campeões, com sete pontos ao equador da fase de grupos, e restitui a confiança e o crédito em casa da equipa vermelho e branco, capaz de vencer um duelo que apontava sim ou sim ao empate a nada.

O Atlético não jogou o jogo/partido que queria. E isso é um problema, ainda mais para um bloco que predispõe tanto/golo cada movimento, cada ação ou cada sector. Nem manejou a bola nem os espaços nem o controlo do encontro como pretendia, exigido demasiadas vezes para correr para atrás, pelo contragolpe tão explícito de seu oponente.

Inferior ao {Bayer} {Leverkusen} na posta em cena, se destinou o primeiro tempo, bem por ele mesmo ou bem por seu adversário, a um jogo/partido de agitação constante, desses que tão pouco/bocado lhe gostam a seu treinador, Diego Simeone, porque transformam cada bola perdido próprio numa convite ao rival para avançar sem demora até sua baliza, embora muitas vezes termine em nada.

A isso jogou o {Leverkusen}, que não é nada do outro mundo, mas que se adaptou muito melhor ao panorama do duelo, que, entre a pressão alta e a intensidade que governou o choque no primeiro troço, foi um {jeroglífico} que exigia um imponente nível de destreza e velocidade de execução com a bola que hoje em dia não tem o Atlético.

Perante tal nulidade ofendida, parece um luxo que {Vitolo} ou Morata sejam suplentes. Nenhum dos dois –{Vitolo} nem sequer jogou– foi o primeiro recurso do treinador. Foi {Lemar}, ao que ainda se lhe espera muito mais. Por nessa altura, já a hora de jogo/partido, o único tiro tinha sido de {Lodi}, no 31.

Já no 70, Simeone incluiu no campo a Morata. É uma concessão deixá-lo no banco, embora somente tivesse marcado um golo até agora neste curso. O demonstrou em sete minutos, quando na sua primeira ocasião, conetou o cabeçada vencedora.

{ATLETICO} 1

{LEVERKUSEN} 0

3Gol: 1-0, m. 77: Morata.

3Árbitro: {Artur} {Dias} (Portugal). Admoestou ao local {Koke} e ao visitante {Bellarabi}.

3Estadio: {Wanda} Metropolitano.

3Espectadores: 58.000.

3Incidencias: Jogo/partido correspondente à terceira jornada do grupo D da Liga de Campeões.

3Atlético de Madrid: {Oblak}; {Trippier}, {Giménez} (Bonito, m. 15), Felipe, {Lodi}; Ferreira, Thomas, {Koke} (Morata, m. 70); {Saul}; Correia e Diego Costa.

3Bayer {Leverkusen}: {Hradecky}; {Weiser}, {Tah}, {Sven} {Bender} ({Dragovic}, m. 91), Lars Bender; {Bellarabi}, {Baumgartlinger}, {Demirbay} ({Alario}, m. 83), {Amiri}; {Kai} {Haverz} ({Paulinho}, m. 75); e {Volland}.