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Marc Márquez alia-se com {Viñales}

O {heptacampeón} reforça sua liderança em {MotoGP} apoiando-se num ‘{carrerón}’ de {Maverick}

 

{Maverick} {Viñales} festeja sua vitória no pódio. - EFE

{Maverick} {Viñales} festeja sua vitória no pódio. - EFE

EMILIO PÉREZ DE ROZAS
01/07/2019

Será duro, muito duro, para todos os demais. Mesmo para os organizadores do Mundial. Também, sim, para o resto de grandes fábricas japonesas (Yamaha e Suzuki) e europeias ({Aprilia} e {KTM}). Mais duma vez algum {jefazo} da firma/assinatura/assina de {Borgo} {Panigale} reconheceu que com Marc Márquez, faz muito tempo que tivessem ganho o título. E, naturalmente, é duro, muito duro, para seus adversários, que ontem mesmo reconheciam que com 44 pontos no bolso (quase dois vitórias, que são 50), o jovem de Cervera tem o sexto título de {MotoGP} em sete anos em suas mãos.

Será duro, como o era quando Valentino Rossi, {nueves} vezes campeão, dominava com mão de ferro, não só/sozinho na pista, mas fora de ela. Márquez, contam, prefere empregar todo o seu poder/conseguir sobre/em relação a a mota, maravilhar aos 105.000 {motards} que ontem deram-se cita/marcação/encontro na catedral de {Assen} e dar um novo golpe, que já começa a ser definitivo, ao título quando ainda não nos temos ido de férias. «Pois sim, a verdade é que 44 pontos sobre/em relação a {Dovi} é já uma vantagem importante», assinalou Márquez, que negou ter-se picado com {Maverick} {Viñales} (Yamaha), o outro grande triunfador do dia. Bom, o vencedor; o triunfador (é duro, {durísimo} para todos) voltou a ser Marc Márquez.

Seus controlo sobre/em relação a o Mundial é tão grande que até anuncia o que acontecerá no domingo. No sábado disse «ou ganha aqui uma Yamaha, quebrando a má rajada que levam, ou não sei onde e quando fá-lo-á, pois nesta pista é muito superior a nossa Honda e à Ducati, que sofre muito». O vaticínio (é duro, {insisto}, mas real) se cumpriu por completo: ganhou, arrasou, usufruiu, dominó, controlou, fugiu, se luziu {Maverick} {Viñales}, o melhor piloto de Yamaha. «Quando {Maverick} se tem posto líder, me tenho aproveitado dele, de sua pilotagem, de sua superiodidade, para afastar-me dos demais», disse Márquez. E os três, {MVK}, o Diabo e Márquez se escaparam, justo depois de/após que {Àlex} {Rins} (Suzuki) desprezasse, com uma queda/redução parva, outro dia de glória, pois o {GP} também estava desenhada à medida de seu Suzuki.

COMANDO ABSOLUTO / Como assinalou Márquez, «tudo o mérito para {Viñales}, que foi muito superior ». Mas o comando da Play {Station}, do {GP}, de {Assen}, do Mundial, o segue/continua manejando Márquez. ¿Como? Deixou atrás aos três rivais que teme: {Rins} se descartou só/sozinho («se se tivesse escapado, tivesse tido que jogar-me-la e, portanto, sua queda/redução me deu descanso/intervalo»), {Andrea} {Dovizioso} se afundou só/sozinho (ou com seu Ducati, que com calor não vai, ou isso contam) e Valentino Rossi filmou sozinho de rastos.

O final pareceu desenhado por Márquez. É mais, ele mesmo o reconheceu: «O que ocurreu era o que nós pensamos que aconteceria. Tem saído tudo perfeito. O acontecido era o que esperávamos». Estava programada (e assim foi anunciada no sábado) a vitória de {Viñales}; voltou a salvar-se o pulso com o emergente {Quartararo} (que já ganhará outro dia, ¡porque ganhará!); se semeou a discórdia em Ducati (a amizade {Dovi}-{Petrucci} se {resquebraja}); {Rins} segue/continua sem aparecer como candidato (como ele disse «se não é neste ano, será o que vem») e Rossi se {relame} as feridas.