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«Guille será referente mundial muitos anos», diz seu treinador

José Ángel Tena augura um futuro para o já laureado nadador cacerenho «bem-sucedido e longevo»

 

Guille Gracia e José Ángel Tena, antes de uma competição do mundial. - CEDIDA

E. P. E.
23/10/2019

José Ángel Tena, treinador do nadador cacerenho Guillermo Gracia e diretor treinador de O Peru Cáceres {Wellness}, que acaba de voltar do Mundial {INAS} (Federação Internacional para Desportistas com Deficiência Intelectual), assegurou hoje que augura um futuro para este «bem-sucedido e longevo, será um referente mundial durante muitos anos, é que não podemos esquecer que só/sozinho tem 15 anos, que está a começar».

Tena (Villanueva da {SerenaM} 1979), responsável treinador de natação do centro desportivo, começou a trabalhamos/trabalhámos com Gracia em desporto após seu nascimento, quando seu por nessa altura namorada, Almudena, hoje sua mulher, a falou de um menino que acabava de ingressar na Associação {Down} Cáceres.

«Já nessa altura -explica-, {comencé} trabalhamos/trabalhámos com ele na natação como um meio de terapia, algo que viam muito bem os seus pais, Jorge e {Lorena}, juntamente com a psicomotricidade, e a partir de 2014 é quando ingressa em O Peru, começando um trabalho mais rigoroso e planificado, e a verdade é que desde sempre, a Guillermo se lhe tem visto, como diria eu, muito cómodo no meio aquático».

O treinador refere que desde um princípio, o jovem nadador extremenho conseguiu «marcos incríveis, como quando em categoria/escalão {alevín} conseguiu uma marca mínima para o Campeonato de Espanha para nadadores sem deficiência». Recorda que, após sua primeira competição num Campeonato de Espanha de Seleções Autonómicas organizado pelo {CSD} (2016), chegou em 2017 seu primeiro Campeonato de Espanha {FEDDI} (Federação Espanhola para Desportistas com Deficiência Intelectual), em Dois Irmãs ({Sevilla}), onde conseguiu dois medalhas de ouros e uma de prata, para além de vários recordes.

Mais tarde chegaria o Europeu de Paris (2018), com três ouros e dois pratas, e apenas faz três dias que se encerrou o Mundial {INAS} de {Brisbane}, no qual seu colhe de {preseas} se disparou a seis ouros, dois pratas e um bronze. Neste sentido, Tena sublinha que Guillermo possui talento, «mas também uma capacidade de trabalho e sacrifício grande; este verão, após acabar o ano desportivo no passado 15 de Julho, e usufruir de 13 dias de férias com os seus pais, começou a preparar ele só/sozinho a cita/marcação/encontro {mundialista}, com sessões diárias de quatro horas e 8.000 metros {nadados}».

Tena, que assegura que o nadador é uma pessoa muito sociável («é difícil não verle sorridente, de um trato fácil e entranhável»), sustenta que a {FEDDI} deve decidir face ao futuro se deixar as coisas tal como estão, com dois categorias, {S14} (deficiência intelectual) e {S15} (deficiência intelectual com {Down}), ou aglutinar-les numa só, uma circunstância que poderia afetar ao futuro de Guillermo Gracia.