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O galego que madurou em Cáceres

O asa-pívot José Angel Antelo perde a batalha com as lesões e abandona aos 32 anos. Jogou na LEB nos dois clubes de Cáceres: «Foi um sítio muito especial em minha vida, tanto/golo pessoal como desportiva». Agora confia em que seu explantel/elenco se salve

 

Época 2011-12 8 No ‘{playoff}’ perante Melilla. - J. M. RUBIO

Temporada 2004-05 8 Festejando uma canastra. - J. CALDERA

JAVIER ORTIZ
28/03/2019

Diz adeus ao basquetebol um dos melhores jogadores que tem tido o Cáceres Património da Humanidade desde sua fundação, faz quase 12 anos. José Ángel Antelo se retira com 32 depois de/após um calvário com as lesões no tendão de Aquiles que apenas lhe permitiram jogar desde 2017 no {UCAM} Múrcia, da Liga Endesa.

Antelo ({Noia}, A Corunha, 7-5-1987) é dos poucos basquetebolistas que jogou tanto/golo no extinto Cáceres {CB} (época 2004-05) como no atual clube (2010-11 e 2011-12). Embora na mesma categoria/escalão (LEB Oro), foram dois momentos muito diferentes em sua corrida/curso, mas que recorda com especial carinho. «Certamente que foi um sítio muito especial em minha vida, tanto/golo pessoal como desportiva», declarava ontem a este diário/jornal minutos depois de/após anunciar-se publicamente sua despedida das campos.

A primeira etapa foi certamente a mais complicada a nível humano. «Eu era um {crío} de 17 anos. Estava na pedreira/formação do Real Madrid e me cederam em plena época para reforçar ao plantel/elenco. Ao início me custou um pouco/bocado porque estava acostumado a como funcionavam as coisas num clube grande, mas à longa {aprendí} muitíssimo», recorda.

Efetivamente, Antelo chegou ao Multiusos sendo menor de idade e, ao mesmo tempo, uma das grandes promessas do basquetebol espanhol. Reconhece abertamente que não estava muito centrado naquela época. «Lhe estou muito agradecido ao treinador, {Ñete} {Bohigas}. Nos deu ‘o toque’ a mim e aos meus pais porque saía demasiado e se calhar não com as melhores companhias», diz.

Seu rendimento foi melhorando com o passo dos partidos até conseguiu a titularidade. A equipa, bastante modesto, terminaria jogando os ‘{playoffs}’ de promoção. «Não tinha músculo, mas me {demostré} a mim mesmo que podia jogar contra homens. Naquela época não tinha tantos pívots que atirassem de fora como agora», resume.

El reencontro

Seu caminho até a elite do basquetebol espanhol seria longo/comprido. Teve um par de breves experiências em {ACB} (Bilbao e Fuenlabrada), mas chegou a ser etiquetado como jogador de LEB (Zaragoza, L’{Hospitalet}, {Tenerife} e León) e em verão de 2010 foi uma contratação impactante do ‘novo’ Cáceres que dirigia Gustavo Aranzana. Começou como ‘sexto homem’, mas logo se estabeleceu como titular e peça chave. Em seus dois épocas se alcançaram os ‘{playoffs}’, sendo especialmente recordada a segunda, na qual, após eliminar ao Burgos a domicílio, se chegou ao último jogo/partido da meia-final perante o Melilla. «Estivemos muito perto do promoção», aponta Antelo, convertido já por nessa altura num ‘4’ de referência na competição (15 pontos e 8 ressaltos em média). Resultou inevitável que o {UCAM} Múrcia lhe reclamasse para a máxima categoria/escalão e não se tem movido dali desde então (164 partidos oficiais em sete épocas).

Antelo segue/continua de perto o que acontece em Cáceres, onde deixou muitos amigos. «É uma pena a situação pela que está passando a equipa agora, lutando pela manutenção. Espero que a consigam porque a LEB é onde tem que estar no mínimo. El projeto no qual eu estava era muito mais ambicioso. Pude ter-me ido à {ACB} o primeiro ano, mas preferí ficar-me porque acreditava em isso», comenta.

Tudo isso já é passado. Agora passará a trabalhamos/trabalhámos no departamento de desportos da {UCAM} ao passo que se lhe relaciona com a formação política {Vox}.