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A federação confirma que sobe o Santa e que não terá descidas

O clube extremenho volta à elite feminina e o Badajoz lutará por ascender a Segunda Divisão. Don Benito e Mérida seguem/continuam em 2ª B e Villanovense, Coria, Cacereño e Extremadura B podem subir

 

Jogadoras do Liberbank Santa Teresa, durante um ato público com o clube em {Iberocio}. - CEDIDA

O Badajoz, celebrando um golo esta época. - CEDIDA

JOSÉ MARÍA ORTIZ deportes@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
07/05/2020

Não teve surpresas no dia do encanto. A Comissão de Territoriais da Federação Espanhola decidiu ontem o roteiro para o futebol espanhol no fica --ou ficava-- da época. Substancialmente, em chave extremenha, o mais significativo residiu na ratificação do promoção do Santa Teresa à Primeira Iberdrola e a confirmação das permanencias do Don Benito e o Mérida na Segunda Divisão B.

O cancelamento decretada pelo organismo que preside Luis Ruibiales impedirá o final de campeonato regular/orientar nas consideradas ligas não profissionais de futebol, e também não de futsal. Agora a dúvida surge em se se podem celebrar as fases de promoção {express}, tanto/golo de Segunda B a Segunda (com o Badajoz como candidato/candidata a um dos dois promoções em {liza} entre 16) como de Terceira a Segunda B, com Villanovense, Coria, Cacereño e Extremadura B, com um em jogo e a possibilidade, indireta, de dois se se dão certas condições.

Tudo dependerá de se Saúde dá ou não o {ok} a que se possa jogar, entre finais de Junho ou mesmo Julho, ou que sobretudo tenha disponibilidade dos clubes a enfrentar as despesas que se gerem em chave de testes ou contratos dos futebolistas, tarefa que prevê-se complicada ao não contar com apenas rendimentos os clubes.

Segundo a resolução, que será ratificada entre hoy e amanhã pela junta diretiva federativa e posteriormente pela comissão delegada, todos os partidos terão lugar à porta fechada pelas obrigadas normas sanitárias e se precisa que as horas se acordarão conjuntamente com as territoriais para que se garanta a saúde dos futebolistas.

O formato de {playoff} a Segunda se mantém em seu {espírit}. Terá dois eliminatórias a jogo/partido único entre os quatro líderes de grupo. O que ganhe nesses 90 minutos, ascende direto. Os dois perdedores se {reenganchan} ao {playoff}. Em caso de empate, ascende o melhor classificado.

Segundo o acordo, o {playoff} entre os primeiros será numa sede única baixo/sob/debaixo de formato de concentração e a jogo/partido único. Os dois vencedores subirão e os dois perdedores se unirão ao resto da fase, que terá três eliminatórias com 14 encontros obrigada/obrigado. O Badajoz, como terceiro, se medirá a outro terceiro dos outros grupos na primeira eliminatória: Athletic B, Atlético B ou Sabadell.

Em Terceira, para evitar problemas de saúde, segundo o protocolo recomendado pelo {CSD} e o Ministério da Saúde, o {playoff} de promoção dos quatro primeiros classificados de cada um dos 18 grupos far-se-á entre eles nas sedes que determine cada federação autonómica entre as equipas de cada grupo territorial, da seguinte maneira: em meias-finais, primeiro (Villanovense) contra quarto (Extremadura B) e segundo e terceiro, Coria e Cacereño para a outra eliminatória. Os vencedores jogarão pelo promoção. Tudo isso se o explicou ontem o presidente da territorial, Pedro Rocha, aos representantes dos clubes regionais.

Acabada a fase final, a {RFEF} adjudicará duas praças/vagas adicionais entre os primeiros classificados que não tenham ascendido, com o que se abre a opção de que subam dois extremenhos se o Villanovense fica eliminado na ‘fase regional’. Em função do número de primeiros classificados que não tenham ascendido, a {RFEF} procurará como fazê-lo.

Se se consegue completar este formato de final de campanha em {Segunfda} B e Terceira, ao ter promoções mas não promoções, a divisão de bronze terá 100 equipas que se dividirão em cinco grupos.

Perante o facto/feito de que a duração da campanha 2020-21 será inferior ao habitual, se proporá o formato de subgrupos com uma fase final na qual se reagrupem de novo as equipas por posições, embora isso não está fixado completamente.

NOVA CATEGORIA/ESCALÃO / Terá, no espaço duma época, uma novidade substancial. Quando conclua a campanha 2020-2021, e uma vez aplicadas os promoções e descidas de Segunda, se criará uma nova categoria/escalão com sua própria competição na época 2021-22 entre Segunda Divisão e Segunda Divisão B com dois grupos de 20 equipas. O Badajoz, entre outros clubes, tem tentado que seja já esta próxima época, mas não o tem conseguido.

«Por razões de saúde, ao terminar as fases de promoções, com posterioridade à situação habitual e ao dispor de menos jornadas se competirá em subgrupos com uma fórmula que garantirá aproximadamente 30 jornadas de campeonato», acrescenta a proposta que devem ratificar a junta diretiva e a comissão delegada da {RFEF}, que reunir-se-ão esta quinta-feira e esta sexta-feira, respetivamente.

Quanto aos juvenis se acordou acabar a fase inicial da liga sem descidas, com o que se mantêm o Extremadura e o Badajoz na elite. Em princípio, A Cruz subiria como campeão extremenho. e em Divisão de Honra não se disputará a Copa de Campeones pelo risco para a saúde dos jogadores, que num grande número som menores de idade. Também não se jogará a Copa del Rey da categoria/escalão.

Além disso, não se tem concretizado ainda, já que o deverá fazer a territorial regional, qual será a fórmula para os promoções desde/a partir de a Primeira e a Segunda extremenhas. Em teoria, se deveria jogar também {playoff}, mas há aqui ainda mais condicionantes. O que parece muito próximo é que a Terceira terá 22 equipas.