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Excessivo e dorido castigo

Um bom Extremadura, ordenado e sem fissuras, perdeu no último minuto com má fortuna

 

RODRIGO MORÁN deportes@extremadura.elperiodico.com ALBACETE. ENVIADO ESPECIAL
17/03/2019

Doloroso, cruel e fulminante último minuto para o Extremadura onde se deixou tudo o que lhe tinha costado conseguir nos 89 minutos restantes no Carlos Belmonte de Albacete. Nadar e nadar para morrer na beira, se costuma dizer. Assim de gráfico foi o jogo/partido para um Extremadura com boas sensações e, como é habitual, com um mau resultado. Os de Manuel tocaram praticamente com as mãos um ponto que sabia a glória em terras manchegas, mas na última falta do jogo/partido, o infortúnio. {Eugeny} {Valderrama} tira mau a falta, a bola {rebota} em {Willy} e termina alojando's na baliza de um Casto que se viu surpreendido pelo fugaz da jogada. Um visto e não já que {birlaba} um ponto ao Extremadura.

Queria segurar-se à manutenção mais que nunca o quadro azul-vermelho lançado pelo positivismo de Manuel. E o certo é que, sobre/em relação a o verde, se voltou a ver uma equipa aguerrido, entregue e com a face apertada, como gosta de ao galego. Assim, durante 90 minutos. Até después do golo se lançou com raiva em cima a pelo empate, mas era demasiado tarde.

O Extremadura se a jogou em Albacete com algumas novidades. A mais destacada a de {Chuli} em cima. O andaluz esteve muito só/sozinho e perdido na zona de ataque. Teve uma muito boa ocasião num desmarque na segunda parte e, em lugar de brindar o golo à segunda linha de {Zarfino}, se o quis cozinhar e estampou a bola no lateral da rede.

Outra novidade foi a inclusão de {Perea} no onze. O {albaceteño}, que jogava em casa, foi crescendo com o jogo/partido e deu muita fluidez ofendida ao Extremadura, mas sem ocasiões claras para marcar.

Em defesa, o Extremadura riscou a um grande nível com um {Borja} Celeiro imperial que está crescendo a passos {agigantados} e que se consolida no eixo da defesa. Também riscou nesta ocasião a um grande nível {Bastos}, que mesmo se animou no ataque na segunda parte.

Inteligente / Durante tudo o encontro, o Extremadura realizou uma grande gestão do jogo/partido, sabendo marcar os tempos e administrando energias. O Albacete só/sozinho lhe pôs em sérios embaraços durante os primeiros vinte minutos de jogo, especialmente com um jogador diferencial: {Tejero}. O lateral direito do Albacete foi um verdadeiro chato no ataque e de suas botas nasceram quase todas as oportunidades da primeira parte. Seu foi um disparo ao pau por fora desde o grupo direita após um transbordo tremendo a seu par.

O Extremadura saía da gruta de vez em quando e, à diferênça doutras ocasiões, esta vez o tinha claro e terminava ocasiões. O tentou {Perea}, com um {chut} raso que parou {Tomeu} Nadal. E também {Tienza} com outro {pelotazo} que se foi embora alto.

O Albacete o tentava em centros laterais sempre bem defendidos por {Fran} Cruz e {Borja} Celeiro. Com o passo da {primea} parte, o Extremadura foi crescendo com a bola e sofrendo menos acometidas do Albacete.

Um dos aspetos que lhe faltou ao Extremadura ontem em Albacete foi o efeito Reis. Ao {utrerano} não se lhe viu tão fino como em anteriores ocasiões e apenas entrou em jogo, nem na primeira nem na segunda parte, sendo substituído por {Kike} {Márquez} no segundo ato, que no entanto sim se reivindicou com uns últimos vinte minutos muito bons, como os de {Willy}, também melhorando nos mudanças.

Controlo / Com ímpeto e {brío} iniciou de novo o Albacete a segunda parte, embora o Extremadura mantinha o controlo do encontro em todas as linhas. Um centro de Álvaro Tejero pela direita pôs o coração num punho para os azuis-vermelhos, mas {Zozulia} perdoou rematando fora.

Levou o Extremadura o jogo/partido ao lugar que queria, ao minuto 70. E as mudanças lhe deram a frescura que procurava para, mesmo, procurar o jogo/partido. O teve perto. Primeiro com uma jogada {maradoniana} de {Kike} {Márquez} que finalizou com um {chut} raso com a esquerda que foi roçando o pau. Pouco/bocado depois também o teve com uma jogada individual de {Bastos} que quase esteve de culminar a golo o galego.

Mas o plano se {fraguó} com a discutida vermelha por dobro amarela de {Olabe}, a segunda por jogo perigoso. Ficavam dez minutos e lhe tocava sofrer ao Extremadura. Longe de meter-se atrás, Manuel armou dois linhas de quatro e deixou a {Willy} como posto avançado em primeira linha de batalha. O capitão se {fajó} à brava para torpedear a saída de bola dos manchegos, mas as {faltitas} minaram aos azuis-vermelhos. Na última, aconteceu a tragédia. {Eugeny}, o ressalto e o golo. Uma injusta derrota que unida ao ponto do Lugo em Cádiz deixa ao Extremadura mais longe de a salvação/manutenção. A cinco pontos. Se necessitará outro milagre azul-vermelho. Outro mais.

{albacete} 1

{extremadura} 0

3Gol: 1-0 {Eugeny}, {min}.89.

3Árbitro: {Areces} Franco (asturiano). Admoestou aos locais {Fran} García e Dani Torres; e aos visitantes {Fran} Cruz, {Tienza} e {Willy}. Expulsou por dobro amarela a {Olabe} ({min}.80).

3Estadio: Carlos Belmonte.

3Espectadores: 10.000.

3Albacete: {Tomeu} Nadal; Arroyo, {Fran} García (Ferreira, {min}. 86), {Susaeta}, {Febas}, {Zozulia}, Dani Torres, Cunha ({Manaj}, {min}. 75), Álvaro Peña ({Eugeny}, {min}.69), {Gentiletti}, Tejero.

3Extremadura: Casto; Alex Díez, {Bastos}, Celeiro, {Fran} Cruz, {Tienza}, {Zarfino}, Reis ({Kike} {Márquez}, {min}. 67’), {Olabe}, {Perea} (Lolo González, {min}. 85), {Chuli} ({Willy}, {min}. 72).