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O espírito de {Anduva} segue/continua {latente}

O Extremadura regressa este sábado a {Miranda} de Ebro, um lugar onde iniciou seu lançamento definitivo que lhe devolveria 16 anos depois ao futebol profissional. Sete jogadores ficam atualmente no plantel daquele plantel/elenco que conseguiu o promoção

 

RODRIGO MORÁN deportes@extremadura.elperiodico.com ALMENDRALEJO
07/11/2019

Todos sabemos que há dias e momentos circunstanciais que mudam nossas vidas. Em muitas ocasiões te {das} conta nesse mesmo instante. Noutras, {has} de esperar um tempo mais. O futebol não é algo mais que uma parte da vida. E no futebol, há partidos que mudam para sempre a vida dos clubes. Esse jogo/partido, para o Extremadura, se disputou o 9 de Junho de 2018 no Municipal de {Anduva}, em {Miranda} de Ebro. Era o jogo da segunda mão de meias-finais pelo promoção a Segunda Divisão. Em Almendralejo, o Extremadura tinha perdido por 0-1 e se foi embora à batalha de {Miranda} à procura de a {heróica}. Dois golos de {Zarfino}, o herói de {Anduva}, provocou uma remontada mágica num campo onde esse ano ninguém tinha ganho. O Extremadura saiu daquele coquete estádio com um nota/bilhete para a final, mas na mente de todos, de jogadores, empregados e adeptos, a sensação é que aquele dia se estava ascendendo ao futebol profissional.

«Saímos dali lançados. O que vivemos em {Anduva} foi algo mágico. Ainda {escucho} alguns sons e se me põe a pele de galinha. Para mim, foi um dos partidos mais importantes de minha vida», diz {Zarfino}, emblema azul-vermelho.

Do espírito de {Anduva} ficam muitas fotografias na mente. Na sala de imprensa da cidade desportiva ainda está a imagem de toda a equipa celebrando o passe. E na mente de todos, aquela estampa dos capitães Aitor e {Willy}, cabeça com cabeça, antes de iniciar/dar início's o jogo/partido. «Nós tínhamos a sensação de que {íbamos} a fazer algo grande. Foi um jogo/partido redondo e uma sensação incrível com toda nosso hobby/adeptos de Almendralejo ali», confessa {Willy}. O capitão não esconde que «quando {pisemos} esse campo nos virão de novo muitas lembranças, mas agora é um jogo/partido diferente e temos que reagir».

Aitor Fernández, agora na Cultural Leonesa, tem chamado estes dias a {Willy} para dar-lhe o ânimo suficiente para procurar a reação: «embora agora esteja noutro plantel/elenco, aqueles momentos que vivemos com a família do Extremadura foram inolvidáveis. E estou muito orgulhoso daqueles momentos», diz Aitor.

Daquele ‘Espírito de {Anduva}’ ficam sete jogadores agora no Extremadura: {Willy}, {Zarfino}, {Kike} {Márquez}, {Ale} {Díez}, {Lomotey}, {Valverde} e Pardo.

«Sabemos que é um jogo/partido muito especial, mas agora somos os dois de Segunda Divisão, há outros jogadores e temos que concentrar-nos nos três pontos», diz com mais frieza {Kike} {Márquez}, que foi determinante aquela tarde de Junho com uma assistência de golo.

O Extremadura sabe que não há melhor cenário para reagir que fazê-lo em {Anduva}, o lugar onde começou tudo. Também o sabe a hobby/adeptos, que tem enchida um camioneta de valentes para estar em {Miranda} de Ebro, onde ficou uma grande marca com os adeptos {burgaleses} que já lhe esperam com os braços abertas.

No próximo sábado, dia 9 de Novembro, terão passado exatamente 15 meses daquela batalha de {Miranda} de Ebro na qual o Extremadura saiu com meio nota/bilhete de futebol profissional. Aquela tarde, em {Anduva}, ao Extremadura lhe mudou a vida. Lhe sorriu o futebol, os golos e a fortuna. {Anduva} não é um campo qualquer para os azuis-vermelhos. {Anduva} é o templo dourado. O ponto de partida de um sono/sonho que não quer terminar.