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Diocesano e Arroyo, sem colagem/colada

As defesas se impõem aos ataques num duelo discreto em Cáceres

 

Javi González conduz a bola com Manolo ao seu lado. - ANTONIO MARTÍN

JOSÉ MARÍA ORTIZ CÁCERES
15/04/2019

El futebol vistoso não se prodigalizou ontem no Manuel Sánchez. A distribuição de pontos com a negação do golo (0-0) fez justiça num encontro discreto, dalgum detalhe treinador interessante e de excesso de nervos por momento.

Com uma pobre entrada de público (os 10 euros do preço da localidade em reciprocidade pelo acontecido na primeira volta pôde ter relação) o encontro teve escassez de ocasiões e muito respeito entre ambas esquadras, mais preocupadas de guardar sua objetivo/meta que de atacar a contrária, muito mau sintoma sempre no futebol.

No primeiro ato dominó mais a bola o Arroyo, que agradeceu a delícia na condução do talentoso Javi González. No Diocesano a contundência de Valentín em defesa e Manolo no centro do campo (exagerada às vezes, com a segunda cartão ao {filo} do merecimento) foi a que sustentou ao plantel/elenco de {Rai}, que chegava sem urgências. El Arroyo, pelo contrário muito necessitado de pontos, se encarregou à sobriedade de sua retaguarda, com o comandante Juanjo Polo de verdadeiro chefe ao lado do eficiente Dani Ollero. Detrás, Jiménez apenas teve trabalho.

O melhor se viu nos momentos finais deste primeiro tempo. Primeiro foi Javi Márquez o que lançou ao trave um tiro envenenado ({min}. 42). A réplica a pôs {Adri}, com outro lançamento à madeira justo antes do {receso} regulamentar para ir ao balneário.

Na segunda metade a bola foi mais do Diocesano. Brilhou num par de muito boas ações Javi Bernal, um futebolista que continua com o seu crescimento exponencial. Plenário/pleno de potencia, quando este jovenzinho se o cria/acredite um pouco/bocado mais vai ser muito bom.

El encontro, em qualquer caso, decaiu nas áreas, nas que apenas teve alarmes. El Arroyo {pecó} nessa altura de excesso de conservadorismo, com Javi Martín convertido numa ilha nada {paradisiaca}. A equipa de Miguel Ángel Ávila, {timorato} nesta continuação, apenas ameaçou sequer em contra-ataque. Com os resultados que se estavam a dar na tarde, os visitantes perderam uma oportunidade para ter conseguido os três pontos perante um Diocesano que, isso sim, lhe pôs mais fé que medida certa adiante.

Diocesano 0

ARROYO 0

3Árbitro: Carrasco Borrero. Mostrou cartões amarelos aos futebolistas locais {Juanlu}, Manolo e {Turra} e também ao jogador visitante {Chipu}.

3Estadio: Manuel Sánchez.

3Espectadores: 250.

3Diocesano: Miguel, Isaac, Valentín, Víctor Colo, Iván, {Juanlu}, Manolo ({min}. 67, {Manu} {Alcázar}), {Adri}, {Turra} ({min}. 52, Iván), Javi Bernal e Jorge ‘Avô’ ({min}. 57, {Chori}).

3Arroyo: Jiménez, Dani Ollero, Jaime Polo, {Chipu}, Alex Melli, Javi González, Alberto (Víctor Guerra, {min}. 81), {Asier}, Javi Márquez ({min}. 62, {Loren}), Aitor ({min}. 84, Javi Durán) e Javi Martín.