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Diego Merino, o caloiro do derby

O treinador do Mérida viverá com paixão o duelo de domingo perante o eterno rival. «Vamos a obrigar ao Badajoz a fazer as coisas muito bem se querem ganhar»

 

Metódico 8 Diego Merino trabalha com seu computador nas escritórios do Mérida no estádio Romano. - JOSÉ GAGO

JOSÉ GAGO
23/10/2019

Más de Mérida que la {Mártir}. Más romano que o Templo Alvo. Diego Merino {correteó} em sua infância pela rua Santa {Eulalia}. O atual treinador do conjunto/clube da capital extremenha viverá com mais paixão do habitual seu primeiro derby perante o eterno rival {pecholata}, o Badajoz. Um jogo/partido diferente.

Merino passará à história do Mérida {AD} por ser o primeiro treinador emeritense de nascimento em dirigir a seu plantel/elenco face ao CD Badajoz. {Bernardo} Praça/vaga, outro emeritense de berço, fê-lo mas perante ao UD Badajoz. Por isto e porque só/sozinho leva dois partidos dirigindo aos {pecholatas}, Merino será o caloiro do derby.

«Vamos a obrigar ao Badajoz a fazer as coisas muito, mas que muito bem se querem tirar os três pontos. {Plantearemos} um jogo/partido muito competitivo no Novo Viveiro», adverte. A mensagem velado é claro: não dêem por morto ao Mérida. E nisso andor o preparador extremenho, em ressuscitar a uma plantel/quadro bloqueada mentalmente e em postos de descida/desmpromoção.

Não chega o Mérida com a moral nem os pontos pelas nuvens. É penúltimo e visita o Novo Viveiro. «Vamos sair ali com a ideia que temos. Não vamos a mudar. Está claro que é um jogo/partido especial para todos e que são um {grandísimo} plantel/elenco, mas tenho a confiança e a convição de que podemos ser uma equipa muito competitivo», diz.

Trabalhador incansável

«Somos uma equipa que se encontra em fase de construção, temos uma grande margem de melhoria em certos aspetos do jogo que nos farão mais competitivos», explica o treinador, enquanto visiona vídeos em seu escritório no Romano. Um trabalhador minucioso, metódico e sem relógio em suas horas de pesca.

«{Dedicamos} a vida a isto. Salvo um bocadinho ao dia que gosto praticar desporto para desligar, o resto do tempo o {dedico} ao Mérida. A parte que é algo que adoro e que fiz em todos os sítios onde estive, o momento necessita-o e tenho muita ilusão/motivação por tirar isto adiante», reconhece Merino.

Não lhe dá medo o futuro, nem respeito prognosticar a salvação/manutenção da sua equipa em Outubro. «Estou convicto de isso, para mim não é complicado responder esta pergunta, na jornada 38 estaremos fuera do descida/desmpromoção e o digo porque estou convencido de isso», responde taxativo. Um treinador transparente perante seus jogadores e também perante os meios de comunicação.

Após seu passo bem-sucedido por Navalmoral de la Mata, Merino ficou no desemprego. «Estive para os cães estes três meses, não tenho tido férias porque não as quis ter já que não as ia a usufruir. Me {alegro} de ter esperado para estar no Mérida, porque tenho tido bastantes ofertas, mas queria um projeto como este», explica.

Um treinador feliz em seu habitat natural: o banco do Mérida. Do clube da sua cidade natal. Merino será o caloiro no derby do próximo domingo perante o Badajoz, mas com muita experiência apesar de sua juventude. Um jogo/partido especial para ele e para tudo o futebol regional.