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{Cobos}, {Masegosa}... e {Valverde}

O preparador do Cacereño vê um paralelismo entre as recentes destituições dos técnicos do Villanovense e o Barcelona pelas «pressas do futebol atual»: «O treinador é o primeiro que cai»

 

Passado recente 8 {Cobos}, como treinador do Villanovense. - C. PINHEIRO

JAVIER ORTIZ
15/02/2020

Entre lugar-comum e lugar-comum, Julio Cobos solta de vez em quando alguma {perla} interessante. Perguntado/questionado por se lhe surpreendera a recente destituição de Pepe Masagosa por parte de seu próximo rival, o Villanovense, o treinador do Cacereño fez referência à de {Ernesto} {Valverde} no Barcelona.

«No futebol atual é normal/simples. Respeito muito as decisões dos demais clubes. Têm {echado} a {Valverde} sendo primeiro. Sempre se quer melhorar, mas é que melhorar é ganhar a Champions. {Tienes} três maus resultados e {estás} em teu casa. Há umas pressas nas que o primeiro que te {llevas} pela frente/por diante é ao treinador», disse Cobos, que na altura própria também se sentou no banco do Villanovense durante dois etapas diferentes com resultados contrapostos. Na época 2013-14 ascendeu a Segunda B, na 2014-15 chegou a disputar a fase de promoção a Segunda e na 2015-16, meses depois de/após disputar a Copa del Rey perante o Barcelona, foi destituído. Regressou na 2018-19, mas terminou descendo a Terceira.

«Não me {arrepiento} de nada. Ao Villanovense fui encantado, mas as coisas não saem como um quer às vezes. A todos os clubes pelo que passei os levo no coração. Estou orgulhoso do bom e do mau. Tenho vivido coisas boas e também alguma má, mas que me fez fortalecer-me», assegurou, expressando sua simpatia especial pelo Cacereño, «o clube no qual mais tempo estive em diferentes etapas. Lhe desejo o melhor aos equipas extremenhas, mas o meu é este».

O ponto de inflexão

Cobos regressou ao Municipal {villanovense} na primeira volta desta campanha com seu plantel/elenco maltratado (uma vitória, dois empates e dois derrotas) perante um líder invicto, mas o 1-3 que se produziu pareceu um ponto de inflexão na época para ambos. «Tinhamos chegado mau de resultados e pontos. {Conseguimos} ganhar fazendo muito bom jogo/partido e {cogimos} a confiança que não tinhamos tido», recordou.

E sobre/em relação a a cita/marcação/encontro de amanhã, a definiu como «um jogo/partido contra um rival direto que está a fazer muito bem as coisas». «Vai ser complicado porque nos jogamos muito todos e cada vez menos fica para que termine a época e os erros são cada vez mais difíceis de reparar. Mas me preocupa igual que qualquer outro porque já sabemos que não há inimigo pequeno». Sim, este sim que foi um lugar-comum.

Em todo o caso, não o considerou «definitivo». «Se {ganamos} não {descartamos} ao Villanovense na briga por ser primeiro junto ao Coria e, se o perdemos, também não nos {descartamos} nós», explicou, desejando que chegue o jogo/partido adiado perante o Aceuchal para pôr ao dia a classificação.

Também reconheceu que era um «bendito problema» dispor de toda o pessoal «após recuperar a todos os lesionados e não ter admoestados».

Com Iván Aguado, a última incorporação, parece estar satisfeito: «É muito dinâmico. Pode jogar em qualquer posto das três ‘médias pontas’. Tem um bom ‘um contra um’ e remate de bola. Sempre fez golos».