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{Caparrós}: «Tenho leucemia»

O treinador do {Sevilla} explica que a doença não lhe afeta para desenvolver o seu trabalho

 

Joaquín Caparrós, treinador do {Sevilla}. - EFE

AGENCIAS
08/04/2019

O treinador do {Sevilla}, Joaquín Caparrós, anunciou este domingo, à conclusão do jogo/partido que seu plantel/elenco ganhou em Valladolid (0-2), que padece uma leucemia mas que esta doença não necessita tratamento nem lhe impede seguir/continuar com seu trabalho.

O treinador {utrerano}, que cumpre seu quarto jogo/partido no {Sevilla} após a destituição de Pablo Machín, assinalou na sala de imprensa do estádio José Zorrilla que se lhe tem diagnosticado esta doença mas que se lhe tem detetado a tempo e que quis anunciarlo para evitar «mais comentários». Caparrós salientou que se lhe nota «na face» que está «feliz» e que quer «transmitir» a todos os que lhes querem que vai a «dar muita guerra».

Assegurou que queria esclarecer este tema para evitar mais rumores e declarou: «Me ferve o sangue vermelha e se tem picado a vermelha com a branca. Me têm diagnosticado leucemia, mas não me impede treinar. Me têm pegado a tempo, estou feliz e vou a dar mesmo muita guerra», concluiu.

Sobre/em relação a o jogo/partido perante o Valladolid Caparrós explicou que o balneário está «feliz» por meter-se na briga pela ‘Champions’, «deixar a baliza a zero e levar-se os três pontos», após ir «de menos a mais» perante um Valladolid que lhes «surpreendeu ao início».

Iniciou sua intervenção, após impor-se seu plantel/elenco por 0-2 no José Zorrilla, mostrando sua alegria por voltar a uma cidade «na qual cheira a futebol» e reconheceu que o Valladolid «jogou bem».

Embora, neste caso, o {Sevilla} ganhou graças a seu medida certa, frente a um rival que não o teve, analisou os 90 minutos para comentar que, se bem na primeira metade lhes custou adaptar-se ao esquema dos de Valladolid, após a reiniciação meteram ao rival em seu campo, tiveram a posse e aproveitaram as ocasiões. «Temos uma equipa com qualidade e pudemos fazer golos», acrescentou.

A época passada o {Sevilla} viveu uma situação similar com Eduardo Berizzo, que teve que ser operado de um cancro de próstata, pouco antes de ser destituído pelos maus resultados, o que proporcionou duras críticas até o clube {sevillista}.