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Cáceres, capital do arco

O Grande Prémio de Espanha se disputa o fim-de-semana na Cidade Desportiva com 171 desportistas em {liza}. Será o segundo ano consecutivo como instalação anfitriã. É classificativo para os Jogos

 

A apresentação 8 Os responsáveis do evento, ontem na galeria de tiro com arco da Cidade {Deportia}. - {RAQUEL} SÃO {MACARIO}

JOSÉ MARÍA ORTIZ deportes@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
27/02/2019

São as 11.25 da manhã e no Centro de {Tecnificación} da Cidade Desportiva, no fim dos campos de futsal de relva artificial, está treinando a seleção de Polonia de tiro com arco, chegada para uma ocasião de puro elite. Sobre/em relação a 50 metros à direita está localizada a galeria onde vai ter lugar uma conferência de imprensa de apresentação de um acontecimento de primeira magnitude. Entre ambos enclaves, o campo de futebol, que no próximo fim-de-semana será cenário do Grande Prémio de Espanha desta modalidade.

O diretor-geral de Desportos, Manuel Jesús Hernández; o presidente da Federação Extremenha de Tiro, Rubén Montes; o responsável da instalação, Raúl Martín, e Cayetano Martínez, presidente do clube anfitrião, o {CA} São Jorge, são os protagonistas da conferência de imprensa prévia ao acontecimento. 171 {arqueros}, entre os que 78 são mulheres, competirão na cita/marcação/encontro de 1, 2 e 3 de Março (sexta-feira, sábado e domingo próximos) no cenário. Será a segunda ocasião, após a boa experiência do ano passado.

«Não nos podemos manter à margem». Cayetano Martínez assume que os títulos nacionais do São Jorge e as individualidades de {arqueros} como o ouro olímpico no 92 Juan Carlos Holgado, a não menos {laureadísima} Fátima Agudo e o último grande talento local, Antonio Fernández, foram consequência lógica de ter instalações como nas que estão eles mesmos. «Se não tivesse sido por esta instalação, não seríamos o que somos», sublinhou. Em similares termos se manifestou Rubén Montes, que fala após treinar a uma {arquera} sul-africana. O tiro com arco é universal em Cáceres.

«Teremos um fim-de-semana intenso», vaticina Montes. A cita/marcação/encontro servirá de classificativo para a seleção nacional de tiro com arco. E aí estará Antonio Fernández, ‘{Yiyo}’, que tentará subir no lista conseguindo uns pontos chaves para entrar entre os quatro melhores que depois lutarão por estar na cita/marcação/encontro de Tóquio 2020. Agora é sétimo, mas já passou os primeiros cortes. O cacerenho esteve em Rio e quer estar nos próximos Jogos. Em 2018 luziu em casa, que sempre dá um prémio.

«É um orgulho». A expressão a repetem os dois responsáveis da Junta presentes. Ajudará o tempo. O espetáculo está servido, com a pedreira/formação pedindo passo: aqui se desenvolve um programa de {tecnificación} com 15 bolseiros, dos que, enfatiza Hernández, «12 são raparigas». Outro dado para o mais evidente otimismo: a federação gere já mais de 800 licenças.