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O Cacereño ganha na depressão

A equipa verde, lastrado pela derrota de Mérida, vence a um Aceuchal menor

 

{Gabri}, no chão doendo-se. O Cacereño não fez um bom jogo/partido. - ANTONIO MARTÍN

JOSÉ MARÍA ORTIZ
08/04/2019

cacerenho 1

{aceuchal} 0

3Gol: 1-0-Min. 54: {Keko}.

3Árbitro: Almocreve González. Cartões aos locais Alberto Delgado e {Chechu} e aos visitantes Marín e {Carvajal}.

3Estadio: Príncipe Felipe.

3Espectadores: 500.

3Incidencias: Homenagem ao {alevín} E do Cacereño e ao Feminino Cáceres.

3Cacereño: {Bernabé}, {Chechu} ({min}. 46, Luismi), {Elías} Molina, {Aberto} Delgado, {Keko}, Carlos Martínez, {Rodri} ({min}. 69, Alex García), Carlos Andújar, {Gabri} ({min}. 89, {Carlao}) e {Eloy}.

3Aceuchal: {Juanfran}, Marín, {Ale}, Iván, {Leandro}, {Aguinaco} ({min}. 72, Rodrigo), {Albertino}, {Joselu}, {Ito}, Fernando Ticona ({min}. 86, Leo) Javi Asensio ({Min}. 67, {Carvajal}).

Em evidente estado de depressão após a derrota de Mérida que lhe despediu virtualmente do título, o Cacereño somou três novos pontos, esta vez perante um Aceuchal de perfil menor que apenas passou do centro do campo durante o desenvolvimento de um jogo/partido de corte insípido (1-0).

Já não valem as desculpas do relva. Também não, perante oponentes como o de ontem, as baixas. Ao {CPC} temos de exigir-lhe mais porque tem uma plantel/quadro com futebolistas de primeiro nível da categoria/escalão. Ganhar ao ultradefensivo Aceuchal por um {pírrico} 1-0 não deixa de ser um pequeno fiasco. Foi astuto Adolfo Muñoz, treinador local, ao enfatizar o valor extra da hobby/adeptos verde, muito pouco/bocado numerosa, mas sempre muito {condescendiente} com seu plantel/elenco.

Com 10 futebolistas de guardiões de seu guarda-redes {Juanfran}, a equipa {piporro} se plantou no Príncipe Felipe com a ideia fixa de acabar com o 0-0 inicial. E fê-lo bem, já que os verdes apenas ameaçaram ao objetivo/meta {almendralejense}, ex do {CPC}, no primeiro tempo. Tudo era construir, combinar e entrar por grupos, mas com muito escasso medida certa. Se talvez sobressaiu por momentos Neto, de extremo de novo, por suas incursões. Isso sim, seus centros ou {pases} atrás não geraram um só/sozinho remate interessante até a objetivo/meta visitante neste primeiro ato.

No segundo mudou um pouco/bocado a tónica. O {CPC} saiu mais decidido e, movido por {Rodri} e Carlos Martínez, {flirteó} em várias ocasiões com o golo até que o conseguiu da maneira mais surpreendente. Lhe pôs um rebuçado {Rodri} a {Keko}, que colocou à esquadra seu imponente canhotaço (1-0, m. 54).

O encontro não deixou via livre ao Cacereño até {Juanfran}, muito seguro no resto do choque, embora também não os locais lhe exigissem demasiado.

A lesão de {Rodri} {trastocó} os planos e Luismi, habitual extremo que tinha saído após o descanso/intervalo por {Chechu}, ocupou seu posto no centro do campo. Deu o galego mais que em anteriores ocasiões, tal como Alex García, extramotivado após propor-se ser útil num plantel/elenco no qual a passada época foi capital e em esta ia em queda/redução livre.

O duelo não variou um ápice já, com um Cacereño {falto} de inspiração no último passe. Tomou protagonismo nessa altura Carlos Andújar, cuja evolução em positivo é evidente. O choque elanguesceu sem notícias na área local diante da impotência visitante, encarregados à ideia de encontrar uma contra. Escasso argumento, apesar da depressão do rival.